quarta-feira, janeiro 18, 2017

JÁ SE PREPARA EM ISRAEL VINHO ESPECIAL PARA O TERCEIRO TEMPLO

Dia após dia Israel está-se aproximando da realidade descrita há 2.500 anos atrás pelos profetas inspirados por Deus. 
Na semana passada foram oferecidas ao "Sinédrio Nascente" 30 garrafas de um vinho específico para uso no Templo de Jerusalém. A produção de vinho em Israel é um sinal precursor da vinda do Reino.
As uvas fazem parte das 7 espécies de produtos agrícolas com que Israel é especialmente abençoado:  "Terra que produz muito trigo e cevada, videiras e figueiras, romãzeiras, terra de oliveiras, de azeite e de mel" - Deuteronómio  8:8 .
A uva tem um significado muito mais bíblico do que muitos imaginam. O regresso da produção de vinhedos em Israel, que eram quase inexistentes durante o domínio islâmico devido à proibição do uso do álcool, está profetizado pelo profeta Miquéias como arauto da vinda do Messias:
"Mas assentar-se-à cada um debaixo da sua videira, e debaixo da sua figueira, e não haverá quem os espante, porque a boca do Senhor dos exércitos o disse" - Miquéias 4:4.

USO NO TEMPLO
O vinho era parte integrante das ofertas no Templo de Jerusalém. Ainda que fosse proibido para os sacerdotes beber vinho durante os sacrifícios, uma libação de vinho era oferecida no Templo a cada manhã como parte do serviço diário. Um quarto de hin de vinho era derramado sobre o altar.

TERCEIRO TEMPLO
Nas preparações para o Terceiro Templo, o rabi Hillel Weiss, porta voz do Sinédrio, procurou vinho que fosse kosher para uso no Templo. o vinho tem um estatuto especial no judaísmo, uma vez que é requerido para a celebração do Sábado, para festas tais como a Páscoa, e para rituais como o casamento e a circuncisão. Os requisitos para que o vinho de consumo diário seja kosher são bastante exigentes. Todo o processo, desde o esmagar das uvas até ao engarrafamento tem de ser executado por judeus que respeitem o Sábado.

UMA INDÚSTRIA FLORESCENTE
A produção de vinho já é uma indústria florescente em Israel, com centenas de adegas produzindo mais de 10 milhões de garrafas por ano. Mas a produção de vinho suficientemente sagrado para o Templo tem as suas restrições, sendo que a qualidade procurada pelo rabi Weiss não se encontra em todas as lojas.

Contrariamente ao que é habitual na produção das vinhas, as uvas para a produção de vinho a usar no Templo têm de estar junto ao chão e não ter qualquer espécie de produto químico, portanto terão de ser 100% orgânicas. Nenhuma máquina é usada em todo o processo, sendo as uvas pisadas pelos pés dos estudantes e a fermentação 100% natural, sem acréscimo de aditivos.

PRESENTE EM ISRAEL DESDE A ANTIGUIDADE
As evidências arqueológicas comprovam que já se produzia vinho em todo o Israel desde tempos antigos. Por todo o país são encontrados lagares de pedra, provando que já se produzia vinho em Israel milhares de anos antes de ele chegar à Europa.

"SINAL DA ERA MESSIÂNICA"
Para o rabi Weiss, o renascimento da indústria do vinho é um sinal da era messiânica: "A qualidade do vinho israelita, ausente do mundo desde há tanto tempo, é uma prova clara da relação entre o povo judeu e a Terra. O pináculo dessa relação será quando os judeus trouxerem o produto da terra ao Templo, como será o caso do vinho" - afirmou o rabi Weiss.

Shalom, Israel!

terça-feira, janeiro 17, 2017

ENCONTRADAS PROVAS ARQUEOLÓGICAS DA CAPTURA DE EDOM PELO REI DAVID

As ruínas de uma fundição de cobre e de um muro datando do século 10 a.C. foram descobertas durante escavações em curso na região das minas de cobre de Timna, na região do deserto de Arava, no sul de Israel, dando crédito à descrição bíblica da captura de Edom nos dias do rei David.
O muro da fortificação teria originalmente centenas de metros de comprimento e 5 de altura.
Muitas pedras de funda foram encontradas perto do edifício, podendo ser evidência da grande batalha narrada em 2 Samuel 8:13.
"Temos mais que suficientes provas arqueológicas para concluir que os mineiros que trabalhavam nas minas de Timna não eram humildes escravos, como tem sido assumido, mas sim mineiros experientes que supervisionavam o complexo e que exigiam o trabalho dos aprendizes" - informou o Dr. Erez Ben-Yosef, da Universidade de Tel Aviv, responsável pela equipa de arqueologia bíblica que escavou o muro.
"Estamos hoje descobrindo cada vez mais evidência de uma sociedade concentrada e hierárquica que interagia intensamente com os seus vizinhos, o que corresponde aos textos da Bíblia e de outras fontes" - acrescentou o arqueólogo.

Shalom, Israel!


segunda-feira, janeiro 16, 2017

NADA MUDOU (FELIZMENTE) COM A CONFERÊNCIA DE PARIS...

A conferência realizada ontem em Paris com a presença de 75 representantes de outros tantos países não surtiu qualquer efeito prático, uma vez que não foi delineado qualquer seguimento ou continuidade à mesma.
Israel acabou por ganhar, uma vez que, não estando presente, comprovou que tais esforços internacionais são "fúteis" (expressão usada por Netanyahu), pois os principais interessados é que se têm de sentar à mesa para negociar, ainda que não sei bem o quê...
Nenhumas imposições foram colocadas sobre Israel, e a declaração final chega a aludir à "importância do reconhecimento directo de um lar nacional para o povo judeu."


Esta declaração constante do documento final é importante, uma vez que nem toda toda a comunidade internacional reconhece este direito do povo judeu.
A afirmação mantida por Israel de que "a única forma de se chegar à paz é por meio de negociações directas entre as partes" faz também parte da declaração final, o que representa mais um trunfo para o estado judaico.

UM ALIVIAR DA DECLARAÇÃO FINAL
Algo aconteceu entretanto para que a temida declaração final acabasse por ser muito mais comedida do que se pensava, e isso provavelmente graças ao Conselho Nacional de Segurança e ao Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel. 

Os responsáveis israelitas respiraram ontem de alívio ao verificarem que certas "partes problemáticas" do texto final relacionadas com a recente pérfida resolução 2334 do Conselho de Segurança da ONU não foram inseridas no documento. Ao que parece, o próprio Conselho de Segurança não irá por enquanto adoptar quaisquer outras resoluções respeitantes às construções na Judeia e Samaria. Isso foi o que o ainda secretário de estado norte-americano John Kerry parece ter ontem prometido a Netanyahu pelo telefone.
Por outro lado, o documento final inclui críticas ao incitamento e ao "terrorismo" - certamente aludindo às práticas dos palestinianos - tendo sido ainda removida alguma linguagem pró-palestiniana. 

AUSÊNCIA DA RÚSSIA, DA INGLATERRA E DE ANTÓNIO GUTERRES
A notada ausência dos ministros representativos da Inglaterra, da Rússia e do próprio secretário geral da ONU António Guterres, parece dar a entender que estes países preferem esperar pela eleição de Donald Trump para melhor concertarem as suas posições. 
Há em muitos líderes internacionais uma atitude de esperar para ver em relação às posturas que o novo presidente norte-americano irá adoptar nesta e em outras questões. Uma delas, quiçá a mais importante, terá a ver com a prometida mudança da embaixada dos EUA para Jerusalém, algo que o anfitrião da conferência de ontem, o ministro francês para os Negócios Estrangeiros Jean-Marc Ayrault classificou de perigoso, podendo resultar em "consequências extremamente sérias."

PRÓXIMOS PASSOS...
Os ministros presentes na conferência reúnem-se hoje para um almoço de trabalho em que esperam lançar uma plataforma de discussão sobre "o caminho a seguir para se alcançar um acordo de paz que viabilize a solução 2 estados e que reverta as actuais tendências negativas no terreno."
A ministra da União Europeia para os Negócios Estrangeiros Federica Mogherini disse esta manhã que tanto ela como os deputados da UE irão discutir o trabalho do grupo visando a resolução do conflito, "especialmente estabelecendo as condições para que as partes façam a sua parte e recomeçam conversações sérias."
A maior parte dos ministros dos 28 estados membros da UE concordaram em alertar as partes envolvidas contra acções unilaterais que venham a minar as conversações, uma aparente referência às construções israelitas. 

INGLATERRA NÃO ASSINOU O DOCUMENTO
Numa atitude corajosa, a Inglaterra não se deixou influenciar pela maioria dos ministros, tendo criticado a conferência e chegando a até a recusar-se a assinar a declaração conjunta. Parabéns, Theresa May!
Donald Trump apelou entretanto à Inglaterra para "vetar qualquer futura resolução anti-Israel do Conselho de Segurança da ONU."

ISRAEL DO LADO DE FORA
Netanyahu rejeitou entretanto um convite para estar presente numa reunião especial a realizar após a conferência, e o próprio presidente da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas, que se esperava poder estar, acabou por cancelar a sua visita a Paris.
O primeiro-ministro israelita afirmou que a reunião de nada adiantaria para promover a paz, e classificou o encontro de Paris como "as últimas vibrações do mundo de ontem."
"Amanhã será diferente, e o amanhã está muito próximo" - afirmou Netanyahu, referindo-se obviamente à próxima posse de Donald Trump.

Shalom, Israel!

sábado, janeiro 14, 2017

MAHMOUD ABBAS PEDE AJUDA AO PAPA...CONTRA ISRAEL.

O presidente da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas, de visita a Roma e ao Vaticano para inaugurar a embaixada da auto-denominada "palestina" em terras da Santa Sé, vai encontrar-se com o chefe da Igreja Católica Romana, Francisco I, para pedir o seu apoio contra a mudança da embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém. 
O líder palestiniano anda numa ronda internacional para tentar conseguir apoios antes da "conferência dos 70" em Paris, a iniciar-se amanhã.
A preocupação de Abbas é que a mudança da embaixada norte-americana para a capital Jerusalém venha a "matar quaisquer esperanças para a negociação da paz" e "incendeie a região, ao minar as reivindicações muçulmanas e cristãs sobre a cidade santa."
Depois da audiência com o papa, Mahmoud Abbas abrirá formalmente a embaixada que, segundo palavras suas, é "o fruto dos recentes acordos através dos quais o Vaticano reconheceu formalmente o 'estado da Palestina.'"
Ao que me parece, Mahmoud Abbas e Francisco I são na verdade "farinha do mesmo saco."

Shalom, Israel!

sexta-feira, janeiro 13, 2017

EMBAIXADA "PALESTINIANA" ABRE NO VATICANO 2 DIAS ANTES DA "CONFERÊNCIA DOS 70"...

2017 promete...Nesta Sexta-Feira, 13 de Janeiro, a primeira embaixada palestiniana em espaço europeu abriu, imagine-se onde?
No Vaticano, obviamente...!
Por muitos identificado como a "grande prostituta" mencionada no Livro do Apocalipse, o Vaticano é de facto a "mãe" de todas as prostituições e abominações, uma vez que recebe no seu já maculado seio um grupo que tudo tem feito para destruir a nação de Israel e aniquilar o povo judeu.
Há séculos que a hipocrisia do Vaticano tresanda, e se por um lado com este seu novo chefe parece ter dado sinais de aproximação aos judeus, a grande verdade é que essa sinistra organização política e religiosa tem-se deixado conspurcar com os inimigos de Israel e do povo judeu, enfim, com os inimigos da paz.
Amanhã - Sábado - o líder palestiniano Mahmoud Abbas irá reunir-se com o chefe do Vaticano, Francisco I, sendo esta a terceira vez que os dois se encontram. Quando do último encontro, o líder do Vaticano apelidou o palestiniano de "anjo da paz", denotando-se aí princípios de senilidade, quando não de imbecilidade. É que chamar de "anjo da paz" a um imbecil que só pensa na destruição do estado de Israel, alguém que se alegra de cada vez que judeus inocentes são assassinados pelo terrorismo palestiniano, é alinhar pela mesma bitola, é alimentar-se do mesmo esterco em que a maioria dos palestinianos chafurda...
Claro que a hipocrisia do Vaticano é tão profunda que, quando confrontados com a afirmação do seu chefe, os responsáveis da Cúria vieram piorar a já espúria declaração, alegando que tinha sido "um erro de tradução", e que o "papa" tinha como intenção "encorajar Abbas a fazer a paz com os israelitas." A habitual habilidade ao jeito de camaleão a que o Vaticano já há muito nos habituou.
A embaixada palestiniana no Vaticano será uma entre as 98 representações diplomáticas no estrangeiro. Será também uma das 86 representações estrangeiras presentes no Vaticano.
Por outro lado, e contrastando com esta indescritível demagogia, Israel não tem embaixada no Vaticano, embora o Vaticano tenha a sua embaixada em Tel Aviv. O Vaticano tem também uma embaixada na alegada "Palestina", localizada em Jerusalém oriental, território de Israel...
Há cerca de 2 anos que o Vaticano reconheceu oficialmente o "estado" palestiniano.

Shalom, Israel!

quinta-feira, janeiro 12, 2017

CONFERÊNCIA DAS 70 NAÇÕES EM PARIS QUER DIVIDIR A TERRA DE ISRAEL

Aproxima-se a passos largos a pérfida e quiçá profética conferência "para a paz no Médio Oriente" - entenda-se: entre árabes e judeus - em Paris, para a qual foram convidadas 70 nações. O início está previsto já par o próximo Domingo, 15 de Janeiro.
Um rascunho da declaração oficial na conclusão da conferência "vazou" entretanto para a comunicação social, especificamente o jornal israelita "Haaretz", sabendo-se que ela apela à divisão da Terra de Israel, o estabelecimento de um estado palestiniano, a obrigação de Israel voltar às fronteiras de 1967 como base para as negociações finais entre israelitas e palestinianos, e a condenação de quaisquer responsáveis que se recusem a aceitar a solução 2 estados.
Segundo esta declaração, O Muro Ocidental não pertence aos judeus, muito menos o Monte do Templo, nem sequer ainda um centímetro quadrado da Judeia e Samaria, e de Jerusalém oriental. 
O documento também apela às nações para que façam distinção clara entre o estado de Israel e os territórios alegadamente pertencentes aos palestinianos e baseados nas fronteiras de 1967.
Sabe-se que na passada Sexta-Feira ocorreu uma reunião com uma grande quantidade de diplomatas que terão dado origem a esta declaração resultante da conferência a realizar em Paris.
Tudo vem em seguimento da abominável resolução 2334 do Conselho de Segurança das Nações Unidas, que muitos acreditam ter sido a maior traição da América a Israel. Vários líderes israelitas temem que as conclusões desta conferência dos 70 em Paris possam conduzir a uma nova resolução da ONU antes do próximo dia 20, dia da tomada de posse do novo presidente norte-americano, um declarado amigo de Israel.

Netanyhau teme que este comunicado final da conferência dos 70 em Paris possa vir a ser adoptado logo na Segunda-Feira seguinte pelo Conselho dos Ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia e pelos ministros representados no "quarteto para a paz", vindo ainda a constituir a base para uma nova resolução do Conselho de Segurança que se deverá reunir já na próxima Terça-Feira para o seu debate mensal sobre a questão israelo-árabe.
Segundo palavras de Netanyahu, Israel está a fazer "um grande esforço para evitar uma nova resolução do Conselho de Segurança."

MALDIÇÃO ASSEGURADA PARA A FRANÇA
Ao organizar esta conferência e ao tentar conduzir (entenda-se: forçar) o caminho para a divisão da Terra de Israel, a França coloca-se em grave risco, atraindo a maldição de Deus sobre si mesma. 
Há 2 mil anos atrás, os soldados romanos repartiram entre si as vestes do Messias Jesus, trazendo maldição sobre toda a humanidade.
Agora, próximos ao Seu retorno, são as nações do mundo inteiro que tentam dividir a Sua Terra e a única Cidade do mundo inteiro que Ele chamou de Sua - "Jerusalém...é a cidade do grande Rei" - Mateus 5:35.

MALDIÇÃO SOBRE QUEM DIVIDIR A TERRA DE DEUS
Deus avisa explicitamente nas Suas escrituras que nos últimos dias irá julgar as nações por dividirem a Sua Terra: "Porque naqueles dias e naquele tempo em que removerei o cativeiro de Judá e de Jerusalém, congregarei todas as nações, e as farei descer ao vale de Jeosafá; e ali com elas entrarei em juízo, por causa do Meu povo, e da Minha herança, Israel, a quem elas espalharam entre as nações e repartiram a Minha Terra" - profeta Joel 3:1 e 2. 
Segundo Génesis 12:3, todos aqueles que abençoarem Israel serão abençoados, e todos quantos amaldiçoarem Israel serão amaldiçoados. 
No conceito judaico, o número 70 simboliza as nações do mundo inteiro. Assim sendo, as 70 nações reunidas em Paris para dividirem a Terra de Israel acarretarão maldição para o mundo inteiro.

Oremos...oremos... oremos, para que não haja mais nenhuma resolução do Conselho de Segurança da ONU antes do próximo dia 20.

Shalom, Israel!


terça-feira, janeiro 10, 2017

ANTÓNIO GUTERRES, SECRETÁRIO-GERAL DA ONU, CONDENOU O "ATAQUE TERRORISTA" COMETIDO POR "UM PALESTINIANO"

Não estávamos habituados a isso. A ONU sempre se pôs ao lado dos terroristas palestinianos, raramente se referindo aos atentados cometidos pelos mesmos e sempre evitando condenar os mesmos.
Desta vez está a ser diferente: ontem mesmo, o recém empossado secretário-geral António Guterres, condenou explicitamente o "atentado terrorista", acrescentando ao mesmo tempo que não se deve permitir que o mesmo venha a minar a necessidade de se reatarem as conversações de paz entre israelitas e palestinianos.
António Guterres também alertou para o facto de "a violência e o terror não conduzirem a uma solução para o conflito israelo-palestiniano, antes pelo contrário" - informou a porta voz de Guterres, Stephane Dujarric.
Tanto Guterres como Dujarric sublinharam que os responsáveis pelo ataque de Domingo passado cometido por um palestiniano que atirou o seu camião contra um grupo de soldados israelitas num local turístico de Jerusalém e que matou 4 jovens e feriu outros 17 "devem ser levados à justiça, condenados e desacreditados."
O Conselho de Segurança da ONU também condenou em termos fortes o "ataque terrorista" e apelou a que "sejam responsabilizados os responsáveis por estes condenáveis actos de terrorismo."

Novos ares vindos da ONU? Quem dera que sim...

Shalom, Israel!