sexta-feira, abril 04, 2014

CONVERSAÇÕES DE PAZ ISRAELO-PALESTINIANAS NUM IMPASSE

Mais um desaire para os norte-americanos: apesar dos muitos esforços da administração Obama, das inúmeras viagens do incansável secretário de estado John Kerry, apesar das cedências feitas por Israel - mormente através da libertação de centenas de terroristas palestinianos detidos em prisões israelitas - o acordo entre judeus e palestinianos provou mais uma vez ser impossível, uma vez que nem o estado de Israel os palestinianos querem reconhecer como "nação judaica".
É agora a altura das acusações mútuas sobre quem é o responsável pelo impasse que ao que tudo parece é definitivo, uma vez que apesar de as conversações ainda não estarem oficialmente terminadas, nada leva a crer que haja alguma luz ao fundo deste túnel demasiado escuro para que se consiga vislumbrar alguma ténue esperança para um acordo político. 
Na opinião de muitos, só um milagre é que poderia colocar ambas as partes de volta aos carris das negociações.
O problema é que as culpas serão sempre atribuídas a Israel. Outra coisa não seria de esperar. Israel sofrerá um maior isolamento e incompreensão por parte da comunidade internacional, e os palestinianos irão aproveitar para atirarem todas as culpas sobre os judeus, jogando no "politicamente correcto" para atraírem mais uma vez a solidariedade internacional, no habitual e nojento papel de "vítimas."
Mas, o que é que os palestinianos estavam de facto dispostos a dar ou a ceder? Nada!
Jogando com o oportunismo que lhes é tão conhecido, os palestinianos já ameaçam candidatar-se a 63 instituições internacionais e agências das Nações Unidas e parece mais do que provável que terão êxito. A assembleia geral da ONU reconheceu a "Palestina" como um estado não-membro em 2012, e um ano antes já a UNESCO tinha aceite a "Palestina" como membro de pleno direito.
Cansado de tantas andanças, é mais que natural que John Kerry desista de vez, não sendo de admirar que os próprios EUA comecem cada vez mais a afastar-se deste processo e, muito pior que isso, desinvestir na economia e segurança de Israel.
Shalom, Israel!

2 comentários:

Anónimo disse...

Estes são os planos do próprio Eterno,pois o seu povo deve depender somente Dele.Nós sabemos que quem faz assim, nunca se decepciona.O nosso D'us é benigno, misericordioso, Fiel e nunca falha.

Quanto aos EUA, cava sua própria sepultura, é o D'us do Universo que chama essa nação á julgamento por tê-lo abandonado.

Fabiana
Brazil

André M. dos Santos disse...

Como sempre, muito boa essa sua matéria. Sim, Israel está ficando isolado, mas como bem disse a Fabiana no comentário acima, certamente que isso é a vontade de Deus, é a forma que Ele está tratando o seu povo, a menina dos seus olhos. Mas não pensem as igrejas evangélicas, ou igrejas gentílicas, que ficaremos de fora do cajado de Deus, pois como diz um velho ditado: O pau que bate em Chico, bate também em Francisco.

As igrejas evangélicas terão de ser purificadas da apostasia que vivemos (note que eu me incluo nesta apostasia), cada um julgue-se a si mesmo.

Deus Pai, na pessoa do Senhor Jesus Cristo os abençoe!

André M. dos Santos