sábado, novembro 29, 2014

"OS PALESTINIANOS NUNCA RECONHECERÃO ISRAEL COMO UM ESTADO JUDAICO"

Falando hoje numa reunião de emergência da Liga Árabe, o presidente da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas afirmou que "os palestinianos nunca iriam reconhecer Israel como um estado judaico" e acusou Israel de "estar a estabelecer um governo apartheid."
A reunião da Liga Árabe tem estado a decorrer com a presença de ministros das Relações Exteriores de todo o mundo árabe. Os comentários de Abbas seguem-se a uma semana de intenso debate entre os políticos israelitas acerca de uma proposta de lei a votar pelo parlamento que elevaria o estatuto de Israel a "estado judaico."
"Nunca reconheceremos a ligação judaica ao estado de Israel" - Abbas terá dito, conforme citação do Canal 10 da TV israelita, ameaçando até cessar toda a cooperação de segurança entre Israel e a Autoridade Palestiniana, a menos que as negociações para a paz sejam retomadas. Estas conversações foram interrompidas em Abril deste ano, logo após a aliança feita entre a Autoridade Palestiniana e o grupo terrorista do Hamas. 
Abbas terá dito que estaria disposto a reconhecer o estado de Israel, mas nunca Israel como o estado judaico.
Segundo as declarações feitas hoje por Abbas, os palestinianos "não estão dispostos a esperar mais para que hajam progressos, estando por isso determinados a apresentar ao Conselho de Segurança das Nações Unidas uma petição exigindo um prazo para o 'fim da ocupação dos territórios palestinianos'", ou seja, o regresso às fronteiras anteriores a 1967.
ABBAS COM O CHEFE DA LIGA ÁRABE
É muito provável que esta resolução acabe por chumbar, quer por um provável veto dos Estados Unidos ou por falta de um número de votos suficientes do Conselho de Segurança.
De qualquer modo, esta petição trará novamente à tona a questão palestiniana, algo que nem agrada nem muito menos interessa a Israel. 
A França irá votar o reconhecimento de um "estado palestiniano" no seu parlamento já na próxima Terça-Feira, o que, ainda que sendo um acto simbólico, acrescenta mais peso às pretensões palestinianas. 

LIGA ÁRABE APOIA PROPOSTA DE RESOLUÇÃO À ONU
A Liga Árabe decidiu hoje aprovar um esboço de resolução a apresentar ao Conselho de Segurança da ONU, para a retirada de Israel dos "territórios ocupados" até Novembro de 2016, de forma a criar-se um enquadramento territorial para a formação de um estado soberano palestiniano.
Os ministros ali reunidos criaram uma comissão composta por representantes do Kuwait, Mauritânia, Jordânia e ainda pelo chefe da Liga Árabe, de forma a iniciarem um processo de apoio internacional para a resolução.
A retirada "exigida" a Israel inclui os territórios na Judeia e Samaria e ainda a parte oriental da capital Jerusalém, que passaria a ser a capital da "Palestina."

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sexta-feira, novembro 28, 2014

"A PALAVRA JERUSALÉM NÃO É MENCIONADA UMA ÚNICA VEZ NO CORÃO" - AFIRMOU O RABINO-MOR DAS FORÇAS DE DEFESA DE ISRAEL

Rafi Peretz, o rabino chefe das Forças de Defesa de Israel, fez alguns comentários considerados "explosivos" por muitos, mas que não são mais do que a pura e simples atestação da verdade: Jerusalém, a Cidade santa dos judeus e capital do estado de Israel não é mencionada uma única vez no livro sagrado dos muçulmanos, o Corão.
"No Corão, a palavra Jerusalém não é mencionada uma única vez. Nada. Nem algum indício disso" - comentou o rabino numa mensagem gravada pela rádio.
Falando a um grupo de estudantes num seminário, Peretz adiantou ainda que "90% dos árabes não têm ideia do que está escrito no Corão"
Os comentários feitos pelo principal rabino das Forças de defesa de Israel estão a provocar ondas de choque em alguns sectores israelitas, ainda mais numa altura em que as tensões andam ao rubro por causa do Monte do Templo, com muçulmanos e judeus reivindicando os respectivos direitos ao usufruto do mesmo.
O comentário do rabino foi em forma de resposta a uma questão posta por um dos estudantes, em que este tentava saber qual a afinidade dos muçulmanos ao Monte. Após afirmar que os árabes não conhecem o Corão, Peretz adiantou ainda que os judeus "sabiam mais do que a maioria deles."
Referindo-se também à mesquita al-Aqsa, localizada dentro do recinto do Monte do Templo, o rabino questionou em forma de retórica: "O que é a al-Aqsa, vocês sabem? A palavra significa: façam-me um santuário 'na borda'. Na borda de quê? De Meca! Na ponta da península arábica."
"O Domo da Rocha não está na borda, por isso eu disse: é apenas uma questão de respeito. Não tem significado religioso para a fé islâmica."
Possuído de uma louvável ousadia, o rabino prosseguiu ainda, afirmando que Meca, e não Jerusalém, é que é o coração do Islão. "Eles fazem-nos (os rituais religiosos) na borda do Monte do Templo, mas para que direcção é que eles rezam? Para Meca! Eles ficam com as costas voltadas para o Monte do Templo. Assim, o que é que eles estão a fazer no Monte do Templo?"
Em reacção a alguns protestos, o rabino já se adiantou, pedindo desculpa ao mundo árabe "no caso de as suas palavras os terem ofendido."
Nestes últimos dias a polícia israelita tem feito tudo para impedir confrontos no Monte do Templo, permitindo a todos os muçulmanos de qualquer idade que ali possam subir para rezar às sextas-feiras, e tentando também impedir a visita de deputados israelitas ao recinto mais sagrado para o judaísmo.



Ao contrário do Corão, a Bíblia menciona Jerusalém 813 vezes!

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quinta-feira, novembro 27, 2014

MEGA OPERAÇÃO ISRAELITA DESMANTELA REDE TERRORISTA DO HAMAS QUE PREPARAVA GRANDES ATENTADOS EM ISRAEL, INCLUINDO NUM GRANDE ESTÁDIO DE FUTEBOL

ESTÁDIO TEDDY, O ALVO PRINCIPAL DOS TERRORISTAS
A agência de segurança israelita Shin Bet, conjuntamente com as Forças de Defesa de Israel desmantelaram uma vasta rede trans-nacional de terroristas ligados ao Hamas que se preparava para realizar uma série de ataques mortíferos contra cidadãos israelitas.
Foi esta manhã revelada ao público toda a estrutura e planeamento deste grupo terrorista do Hamas que tinha como principal alvo o estádio de futebol Teddy, em Jerusalém, a linha de metro de superfície na capital, explosões com carros armadilhados, e raptos de israelitas na Judeia e Samaria e também no exterior.
Segundo a Shin Bet, o nervo central das operações situava-se no quartel general do Hamas na Turquia. Havia ainda outros alvos que os terroristas pretendiam atingir, tais como: infiltrações em comunidades israelitas, ataques com disparos e explosões de bombas contra alvos militares e em zonas de tráfego rodoviário na Judeia e Samaria, e o estabelecimento de células terroristas na vizinha Jordânia para a realização de ataques infiltrados em Israel. 
Este plano, descoberto em Setembro passado, envolvia um ajuntamento de múltiplas células terroristas na Judeia e Samaria, bem como o treinamento de membros do Hamas além-fronteiras.
ALGUNS DOS TERRORISTAS DETIDOS
Mais de 30 operacionais do Hamas já foram detidos, tendo a Shin Bet apreendido duas metralhadoras M-16, munições e equipamento para o fabrico de bombas.
O primeiro ataque foi cometido em 31 de Agosto, com a implantação de 2 explosivos na "Margem Ocidental" (Samaria), que felizmente não causaram vítimas.
O segundo atentado visava atingir pessoal israelita ligado à emergência, mas também não alcançou os objectivos pretendidos pelos terroristas palestinianos.
Logo a seguir a esse ataque, a Shin Bet deteve dezenas de suspeitos e descobriu que alguns já se haviam juntado ao Hamas na Jordânia desde 2012.
"Eles receberam treinamento militar, tendo-lhes sido confiadas várias missões. No início de 2014 (os bandidos) iniciaram as suas operações em território israelita que incluíram encontros com operacionais, a preparação de infra-estruturas terroristas e a recolha de informações sobre os alvos" - afirmou um porta-voz da Shin Bet.
O treinamento dos jovens - na maioria estudantes - era supervisionado pela base do Hamas na Turquia e levado a efeito na Jordânia, Turquia, Síria e Faixa de Gaza.
No final do tempo de treinamento os recrutas juntaram-se a vários planos para atentados terroristas, seguindo as orientações dos seus mandatários na Turquia.
A descoberta de toda esta rede aconteceu depois de a Shin Bet ter desmantelado um plano para um grande atentado do Hamas liderado pelo comandante do grupo terrorista em Ramalá, Riad Nasser, entretanto detido. O plano era também coordenado pela sede do Hamas na Turquia, tendo o grupo terrorista canalizado um milhão de shekels para a rede, além de ter comprado armamento pouco antes de a Shin Bet ter desmantelado a operação terrorista.
Uma das expectativas dos bandidos era deslocar o foco das atenções sobre o Hamas na Faixa de Gaza, arrastando Israel para retaliações na Judeia e Samaria, levando ao colapso total da Autoridade Palestiniana. Esse tem sido um dos principais objectivos do Hamas.
O primeiro-ministro Netanyahu já elogiou a Shin Bet pelo desmantelamento destes planos terroristas, afirmando que se os mesmos tivessem tido êxito haveria um número elevado de vítimas em Israel.
"Esta é uma operação que foi divulgada, mas há muitas mais que permanecem secretas" - informou entretanto Netanyahu - "Estas actividades são contra os terroristas e contra o Hamas, que desafia a existência do estado-nação de Israel e dos judeus em geral."

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quarta-feira, novembro 26, 2014

CHUVAS INTENSAS E TEMPESTADES ABENÇOAM ISRAEL

O ressequido deserto da Judeia tem sido abençoado nestas últimas horas com verdadeiros torrenciais de água, um verdadeiro espectáculo para os curiosos e uma desejada bênção sobre as terras de Israel.
Muitas outras regiões áridas do país têm recebido fortes cargas de água das chuvas. Muitos leitos secos de rios e ribeiros estão inundados, provocando muita alegria, curiosidade e gratidão em muitos israelitas, havendo até quem aproveite este raro acontecimento para fazer desportos náuticos...
O maior espectáculo é visível nas montanhas da Judeia, atraindo muitos israelitas que aproveitam para ver o espectáculo da água a jorrar em grande quantidade pelas montanhas de Jerusalém abaixo.
O próprio vale do Cedro, ao redor da Cidade antiga de Jerusalém, está jorrando água, uma bênção provocada pelas tempestades que se prevê irão perdurar até ao final do dia de hoje e talvez ainda durante parte do dia de amanhã.
TEL AVIV ESTA MANHÃ
Alguns voos têm sido atrasados no aeroporto internacional Ben Gurion devido à grande tempestade que se abateu sobre Israel, especialmente na região central do país (Jerusalém, Tel Aviv, Ashkelon, etc.)




terça-feira, novembro 25, 2014

ÁRABES ISRAELITAS PREFEREM ISRAEL À AUTORIDADE PALESTINIANA

O mais que gasto retrato pintado pelos principais media internacionais e vociferado pelos anti-semitas insiste sempre na mesma mentira compulsiva de que "Israel é um lugar racista e opressor para os árabes que lá vivem."
Essa argumentação ganhou volume esta semana nesses mesmos meios com a aprovação da "Lei do estado judaico" pelo governo de Netanyahu.
Só que essa mais que gasta cartilha cai completamente por terra quando se questiona a razão porque é que então a esmagadora maioria dos árabes que vivem na Terra de Israel prefere estar sob a autoridade do governo israelita e não da Autoridade Palestiniana...
Este é um facto sobejamente conhecido pelos israelitas, mas comprovado mais uma vez pelo recente inquérito realizado pelo "Canal 10 News" junto ao instituto de pesquisas "Statnet", dirigido pelo perito em estatísticas Yousef Makladeh, um árabe israelita.
Makladeh questionou os amigos árabes de forma clara e objectiva: "Sob qual autoridade (governamental) preferes viver: de Israel, ou da Autoridade Palestiniana"?
77 por cento dos inquiridos afirmaram preferir viver sob o governo de Israel.
Isso apesar do facto de a maioria dos que responderam dizerem que, como minoria, experimentavam algum grau de racismo, e apenas nove por cento afirmarem sentir que gozavam plena igualdade com os cidadãos judeus.
Uma maioria de 81% dos inquiridos disseram acreditar que Israel está a tentar alterar o status quo do Monte do Templo, onde os judeus estão actualmente proibidos de orar, mas 84 % disseram oporem-se à violência reaccionária que emana do sector árabe.

Com se constata, uma coisa é o que os media internacionais querem fazer acreditar, outra coisa bem diferente é a realidade dos factos...

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segunda-feira, novembro 24, 2014

LEI DO "ESTADO JUDAICO" APROVADA PELO GOVERNO VAI À VOTAÇÃO DO PARLAMENTO ISRAELITA

Controversa para alguns, uma necessidade para outros, a verdade é que após intensas e calorosas discussões o governo de Netanyahu aprovou ontem de manhã a lei que permite que a partir de agora o estatuto oficial de Israel seja o de "estado judaico."
A lei foi aprovada com 15 votos a favor e 7 contra.
A lei, conhecida como "Lei básica", vai agora ser apresentada para votação pelos 120 parlamentares do Knesset, provavelmente daqui a uma semana. A lei ontem aprovada pelo governo visa: "definir a identidade do estado de Israel como estado-nação do povo judeu, e ancorar os valores do estado de Israel como um estado judaico e democrático, no espírito dos princípios da Declaração da Independência."
A lei visa de uma forma prática codificar os direitos nacionais dos judeus israelitas, ao mesmo tempo que reforçar os direitos individuais de todas as minorias.
Em termos simples, isso vai significar que só os judeus é que poderão reivindicar uma bandeira nacional, um hino nacional e o direito à imigração.
A controvérsia tem a ver com o facto de que na realidade esta lei não vai alterar nada: a bandeira e o hino israelitas já se focalizam no estatuto judaico, e só os judeus é que têm actualmente acesso ao "direito de retorno."
Parecendo apenas simbólica, a verdade é que o momento é apropriado para Netanyahu e muitos outros, uma vez que tanto os palestinianos como alguns elementos árabes israelitas andam a tentar minar a natureza judaica do estado e, nas palavras do próprio primeiro-ministro, "criar um estado dentro de um estado."
Desde há muito que Netanyahu tem condicionado as negociações para a paz a um reconhecimento palestiniano de Israel como "estado judaico."

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sábado, novembro 22, 2014

ISRAEL VAI COMEÇAR A DEIXAR ENTRAR MATERIAIS EM GAZA

Dando cumprimento ao acordo tri-lateral estabelecido em Setembro passado entre Israel, a Autoridade Palestiniana e a ONU, Israel vai abrir as fronteiras com Gaza, 3 meses após o final do conflito com os terroristas palestinianos do Hamas e da Jihad Islâmica.
Nas próximas semanas começará assim a entrada de camiões carregados de materiais de construção e afins para a reabilitação da Faixa de Gaza. Segundo o acordo assinado, as Nações Unidas irão supervisionar todo este processo, ao mesmo tempo que assegurarão a segurança das fronteiras com Israel.
Sistemas de GPS acompanharão o trajecto dos materiais até aos seus receptores, ficando o acesso através da monitorização informática acessível a Israel, à Autoridade Palestiniana e à própria ONU.
Grandes quantidades de materiais começarão a entrar na Faixa de Gaza, especificamente cimento e maquinaria pesada para todo o trabalho de reconstrução. Inspectores internacionais estarão no terreno para assegurar que os materiais serão usados unicamente para os fins previstos, especificamente para a construção civil.
Cerca de 25.000 pessoas em Gaza cujas casas ficaram destruídas durante a operação militar terão acesso aos materiais de construção para a recuperação das suas habitações ainda antes do início do Inverno (21 de Dezembro). 
Apesar de todas estas previsões, os representantes da ONU queixam-se de ainda não estarem a receber a ajuda monetária prometida por vários países durante a conferência para doadores realizada no Cairo, apelando aos mesmos que o façam o mais rapidamente possível.

EGIPTO BLOQUEIA TODO O ACESSO A GAZA
Ao contrário daquilo que Israel estará a fazer, abrindo as suas fronteiras com Gaza para a passagem de materiais de construção, o Egipto tem estado a endurecer cada vez mais as suas relações com o Hamas, tendo acabado por fechar completamente todas as suas fronteiras com Gaza. Isto após ter andado a destruir durante semanas uma grande quantidade de túneis que ligavam o Egipto a Gaza.
O exército egípcio comunicou hoje ter completado a limpeza de toda a área fronteiriça como parte das preparações duma "zona neutra" com a largura de 500 metros, ao longo dos 13 quilómetros que fazem fronteira entre o Egipto e a Faixa de Gaza.
Segundo os relatos, o exército egípcio demoliu cerca de 800 casas na região, como consequência da descoberta de uma grande quantidade de túneis com 800 a 1000 metros de comprimento.

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sexta-feira, novembro 21, 2014

O DOMO DA ROCHA FOI ORIGINALMENTE CONSTRUÍDO PARA...OS JUDEUS!

Talvez nunca tenha ouvido a verdadeira história da origem do Domo da Rocha. Se eu lhe disser que originalmente ele foi construído a pedido dos judeus e para que os judeus orassem no Monte, talvez não acredite. Mas essa é a verdade histórica!
Claro que temos andado a ser bombardeados pelo revisionismo histórico manipulado pelos islamitas, querendo fazer crer que o Domo - convertido em mesquita - é um espaço construído para as rezas muçulmanas. Mas tal não foi assim originalmente. Eis um pouco de História...

A HISTÓRIA DA ORIGEM DO DOMO DA ROCHA
Até há cerca de uns 300 anos atrás quem entrava para orar naquele espaço eram...também os judeus. Sim, os judeus! 
De acordo com a obra clássica "The Temple Mount" (O Monte do Templo) escrita por Shlomo Goren, um perito nas questões do Monte do Templo e rabino mor de Israel há alguns anos atrás, a verdade é bem diferente daquela que nos querem fazer crer:
"A mesquita al-Aqsa foi construída (no extremo sul da esplanada) como uma casa de oração islâmica fora dos limites do Monte do Templo original e por isso está virada para Meca. E, acedendo ao pedido dos judeus, Omar construiu o santuário do Domo da Rocha para servir como casa de oração para os judeus. Isso aconteceu depois de os judeus lhe terem mostrado o lugar onde assentava o Templo sagrado - e não estava voltado para Meca."
Há assim uma diferença entre os dois edifícios: um está voltado para a cidade sagrada dos muçulmanos, Meca. O outro, nada tendo a ver com Meca, mas sim com as indicações e o pedido feito pelos judeus ao sultão Omar.
DOMO DA ROCHA EM 1546
Uma das fontes históricas para esta afirmação de Shlomo Goren foi o historiador bizantino Theophanes que no ano 635 escreveu uma obra em grego entitulada "Chronographia", cuja tradução em inglês foi editada em 1839 na cidade alemã de Bona. O famoso historiador inglês Guy Le Strange citou a relevante passagem daquela tradução na sua obra publicada em 1890: "História de Jerusalém sob os muçulmanos", página 11:
THEOPHANES
"Neste ano (635 d.C.), Omar começou a restaurar o Templo de Jerusalém, pois que o edifício, na verdade, não estava mais firmemente fundamentado, mas tinha caído em ruínas. Agora, quando Omar inquiriu sobre a causa, os judeus responderam-lhe dizendo: 'A menos que derrubeis a cruz erguida no Monte das Oliveiras, o edifício do Templo nunca será firmemente fundamentado.'
Foi a partir daí que Omar derrubou a cruz naquele lugar de forma a que o edifício (do Templo) pudesse ficar firme naquele lugar..."
Le Strange enfatiza a fiabilidade desta espantosa descrição ao assinalar que o historiador Theophanes precedeu as mais antigas autoridades árabes neste assunto em mais de 50 anos. Mais ainda: ele enfatiza que Theophanes viveu "consideravelmente no espaço de uns 150 anos após a conquista de Jerusalém pelo sultão Omar."
Uma antiga tradição islâmica do rabino convertido ao islamismo Ka'ab al-Ahbar afirma o seguinte: "Ayrusalaim, que significa Jerusalém, e a Rocha, que significa o Templo. Irei enviar-vos o meu servo Abd al-Malik que te irá construir e embelezar. Irei certamente restaurar-te à Bayt Al Maqdis (casa santa), seu primeiro reino, e coroá-lo-ei com ouro, prata e pedras preciosas. E irei certamente enviar-te as minhas criaturas. E irei certamente investir o meu trono de glória sobre a rocha, visto eu ser o soberano Deus e David é o rei dos filhos de Israel."

CONSTRUÍDO PARA JUDEUS
Conclui-se assim que, baseando-nos nos mais antigos relatos acerca da construção do domo, que este foi construído originalmente não para os muçulmanos, mas para os judeus, e que era supostamente para ser uma versão do Templo "mais firmemente fundamentada."

Ridiculamente - para não usar outra expressão - os muçulmanos tentam fazer crer que aquele edifício foi propositadamente construído para eles, querendo dessa forma alegar que aquele espaço lhes pertence em exclusivo e pretendendo proibir os judeus de até subirem àquele lugar!
Claro que o espaço é agora um santuário islâmico cuja cúpula cobre a famosa pedra onde segundo a tradição Abraão ia sacrificar o seu filho Isaque. Segundo a tradição judaica, foi também a partir desta pedra que Deus criou o mundo.
Toda a arquitectura é lindíssima, uma obra de grande beleza e valor. Lamentavelmente, os escritos no interior e exterior da mesquita são uma verdadeira provocação ao cristianismo, uma vez que negam a divina Triunidade e o facto de Jesus ser o Filho de Deus. Crê-se que estas frases foram escritas não para combater o judaísmo - que também não aceita a Triunidade nem a divindade de Jesus - mas o cristianismo. 
Quando era possível aos não muçulmanos entrar no domo, eu nunca o fiz, uma vez que compreendi há muitos anos que ao entrar e tirar os sapatos naquele lugar estaria a submeter-me a Alá e às suas blasfémias contra Jesus, pelo que jamais aceitaria fazê-lo...

Voltar ao status quo daquele lugar deveria representar a possibilidade da volta dos judeus às suas orações naquele espaço, deixando aos muçulmanos a mesquita al-Aqsa, essa sim construída para eles, e por tal voltada na direcção da cidade que lhes é mais sagrada: Meca.

Shalom, Israel!


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quinta-feira, novembro 20, 2014

CONSELHO DE SEGURANÇA DAS NAÇÕES UNIDAS CONDENA UNANIMEMENTE O MASSACRE NA SINAGOGA DE JERUSALÉM

Finalmente! Habituado a ver o Conselho de Segurança da ONU a condenar constantemente qualquer acção defensiva de Israel face aos ataques terroristas, Israel vê agora um momento raro nessa ténue relação organização (ONU) versus estado (Israel): os 15 membros do Conselho de Segurança condenaram o acto bárbaro cometido anteontem numa sinagoga em Jerusalém por terroristas palestinianos e que deixou 5 vítimas mortais e 7 feridos.
Durante um debate havido na sede da ONU em Nova Iorque, o Conselho de Segurança classificou o ataque como "acto hediondo". Esta resolução condenatória é o fruto do intenso trabalho realizado nos bastidores pela delegação israelita na ONU.
O anúncio da decisão reza assim: "Os membros do Conselho de Segurança condenam veementemente o desprezível ataque numa sinagoga em Jerusalém que tirou a vida a quatro inocentes fiéis e a um polícia, deixando muitos feridos. Actos terroristas de todos os géneros são injustificáveis, não obstante o motivo, em qualquer altura e em qualquer parte do mundo."
Os membros do Conselho expressaram as suas condolências às famílias das vítimas e expressaram apoio aos feridos no ataque e ao povo israelita. A declaração apelou a Israel e aos palestinianos para que trabalhem juntos e restaurem imediatamente a calma na região e reduzam as tensões entre as duas partes.
O embaixador de Israel para a ONU, Ron Prosor, afirmou em resposta à condenação: "É pena que só depois de os israelitas serem massacrados durante a oração é que o Conselho de Segurança rompa o silêncio sobre a violência palestiniana, apesar dos constantes avisos da nossa parte. A comunidade internacional reconheceu agora que os palestinianos estão ultrapassando a linha vermelha. Compete a eles impedir que os palestinianos andem a distribuir doces e deixem de lhes dar o seu apoio unilateral. Isso só piora a situação."

ENQUANTO ISSO, NO PARLAMENTO JORDANO...
Enquanto o mundo civilizado condenava veementemente o massacre na sinagoga de Jerusalém, o parlamento expressava ontem a sua solidariedade com os dois terroristas palestinianos causadores do ataque. Os parlamentares ali presentes ofereceram "uma oração em honra ao espírito dos heróis"...
Palavras para quê?

Shalom, Israel!

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quarta-feira, novembro 19, 2014

ISRAEL CHORA OS SEUS MORTOS - OS PALESTINIANOS CELEBRAM O HEDIONDO MASSACRE

Israel sofreu ontem um dos mais cruéis e dolorosos golpes da sua recente História: dois terroristas palestinianos entraram dentro de uma sinagoga e de uma escola rabínica onde vários judeus se encontravam a orar e a estudar e, munidos de um machado, um facão e uma espingarda, despejaram todo o seu ódio contra aqueles inocentes, assassinando 5 e deixando outros 9 feridos, alguns em estado grave.
Das 5 vítimas mortais, 3 eram norte-americanos, um era inglês e a quarta vítima é um oficial de polícia druso que não resistiu aos ferimentos. 
As dolorosas imagens vistas ontem por muitos fazem lembrar os piores dias da História dos hebreus, quando sangue judeu corria pelas ruas, famílias inteiras eram massacradas, sinagogas eram conspurcadas. Inquisição católica, Pogroms, Holocausto, tudo pareciam coisas do passado. Mas não. A hedionda crueldade dos terroristas palestinianos revelou mais uma vez o que há de pior no coração humano. De facto, o homem sem Deus é capaz de tudo.
E é essa raça estupidificada pelo ódio e incitação islâmica que celebra e se regozija com a vileza do acto de tirar a vida a um inocente no seu momento mais íntimo: a oração. No momento em que rejubila com o massacre dos outros, essa gente que constantemente se vitimiza perdeu por completo o direito moral de ser ouvido, muito menos acreditado por alguém portador de uma consciência decente.
Israel chora os seus mortos. Esta manhã assim aconteceu no local do crime. Cerca de 30 pessoas compareceram na sinagoga martirizada para as suas orações matinais. Uma boa parte destes que esta manhã ali se fizeram presentes eram pessoas feridas ontem durante o massacre. Não prometeram vingança. Não vociferaram palavras de ódio. É que Israel não é palestina. O povo judeu tem uma superioridade moral que provoca inveja aos seus inimigos. Talvez esses animais de duas pernas nem sequer compreendam o que é viver com base nos valores morais da decência e da ordem, da preservação e do respeito pela vida. 
Logo após os funerais realizados ontem, dezenas de fiéis acorreram à sinagoga onde o massacre teve lugar e, após limparem todas as poças de sangue que macularam aquele lugar de oração, recitaram a oração "Shema Israel", tendo depois lido alguns Salmos. 
A força espiritual desta gente manifestou-se ontem mesmo nas palavras do líder da sinagoga: "Nós não dirigimos o mundo. Continuamos tendo uma fé plena e continuamos orando ao Criador. Os assassinos não nos irão deter."

O primeiro-ministro Netanyahu prometeu ontem demolir as habitações dos terroristas. É o mínimo que a justiça requer, já que os terroristas receberam a paga física dos seus actos. Ao mesmo tempo, esta decisão de demolir as casas dos familiares dos terroristas tem gerado controvérsia em Israel, uma vez que muitos temem que o efeito pretendido acabe por ser o contrário do desejado. A verdade é que nada for feito, a opinião pública israelita voltar-se-à contra o governo pela sua incapacidade de agir com mão dura contra os mentores do terrorismo.

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terça-feira, novembro 18, 2014

HEDIONDO ATAQUE TERRORISTA PALESTINIANO EM SINAGOGA DE JERUSALÉM DEIXA 4 MORTOS E 8 FERIDOS

A onda de terror apoiada pelo Hamas, Fatah e Autoridade Palestiniana e executada por terroristas palestinianos contra inocentes cidadãos israelitas atingiu esta manhã o seu pico com o assassinato de 4 pessoas dentro de uma sinagoga onde se encontravam a prestar culto a Deus.
O ódio palestiniano não conhece limites nem fronteiras: nem os próprios lugares de culto escapam à crueldade desses bandidos desejosos de ver sangue derramado em nome de uma causa diabólica e desumana.

Esta manhã 2 terroristas palestinianos irromperam dentro de uma sinagoga (Kehilat Yaakov) e uma yeshiva (escola bíblica) no bairro Har Nof de Jerusalém. Munidos de enormes facas e de uma espingarda, os bandidos entraram dentro da sinagoga e da escola rabínica e descarregaram o seu ódio sobre os inocentes e pacíficos judeus ali reunidos, assassinando 4 pessoas e deixando outras 8 feridas. Uma das vítimas mortais é o rabino Moshe Twersky. 
Os dois bandidos criminosos foram abatidos após tiroteio com as forças de segurança que entretanto se apresentaram no local. Dois dos membros das forças de segurança contam-se entre os 8 feridos no ataque.
Segundo informações da polícia, os bandidos transportavam com eles um machado, uma grande faca e uma espingarda.
"Tentei escapar. O homem com a faca aproximou-se de mim. Havia uma cadeira e uma mesa entre nós....o meu xaile de oração ficou preso. Deixei-o lá e fugi" - testemunhou Yossi, que orava na sinagoga no momento do ataque.
As imagens recolhidas no local do ataque terrorista palestiniano revelaram xailes de oração no meio de poças de sangue.
Akiva, um paramédico da Magen David Adom, testemunhou ter chegado ao local dos crimes e dar com um dos religiosos esfaqueados no chão: "Lá dentro havia alguém a cantar. Corri para dentro da sinagoga e encontrei uma vítima dos disparados jazendo no chão. Tentei começar a tratá-lo, mas os disparos começaram na minha direcção. Consegui arrastar o homem comigo e fugimos."
"A polícia chegou e rodeou a entrada. O terrorista correu então para fora e a polícia disparou contra ele. Houve troca de tiros, com as pessoas a fugir para fora da sinagoga. Parecia um inferno."
Fontes palestinianas identificaram os terroristas como sendo dois primos chamados Ghassan e Uday Abu-Jamal, do bairro Jabel Mukaber, em Jerusalém oriental. Os dois estavam ligados à troca de prisioneiros palestinianos pela libertação do soldado israelita Gilad Shalit.
OS 2 ASSASSINOS PALESTINIANOS 
Uma declaração oficial do Hamas menciona que o ataque foi uma resposta à morte do condutor de autocarro Yusuf Hassan al-Ramouni, que foi encontrado enforcado na estação rodoviária no Domingo à noite.
Apesar da família alegar que o motorista foi assassinado, as autópsias revelaram o suicídio como a verdadeira causa da morte do palestiniano. 
O Hamas afirmou ainda que o ataque era também uma resposta aos "contínuos crimes israelitas na mesquita al-Aqsa. A organização do Hamas apela à continuação dos actos de vingança."

CONDENAÇÃO MUNDIAL
Contrariamente ao que é habitual, tem havido esta manhã uma onda global de condenação ao ataque terrorista palestiniano, incluindo o próprio presidente da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas. Segundo Netanyahu, Abbas é o responsável pelo incitamento ao terrorismo palestiniano destas últimas semanas, pelo que esta "condenação" de Abbas não soa a nada mais do que hipocrisia e uma jogada matreira para ficar bem na fotografia perante a comunidade internacional. 
Federica Mogherini, a recém-eleita chefe da diplomacia europeia e que há menos de 2 semanas esteve em Israel, condenou o ataque: "É um acto de terrorismo contra os fiéis nas orações matinais e é condenável em todas as formas." 
O secretário de estado norte-americano John Kerry, actualmente em
Londres, condenou veementemente o ataque terrorista: "Os nossos corações estendem-se em solidariedade a todos os israelitas pela
atrocidade deste acontecimento e por todas as lembranças da história que o acompanham. Pessoas que vieram adorar a Deus no santuário de uma sinagoga foram...assassinadas num lugar sagrado num acto de puro terrorismo e de insensível brutalidade e assassinato."
E John Kerry dirigiu-se também à liderança palestiniana: "Apelo à liderança palestiniana em todos os níveis para que condene isto nos termos mais fortes possíveis e que dê passos sérios para restringir qualquer tipo de incitamento."

FPLP ASSUMIU A RESPONSABILIDADE DO ATAQUE
Nesta última hora o movimento terrorista palestiniano "Frente para a Libertação da Palestina" assumiu oficialmente a responsabilidade pelo hediondo ataque desta manhã. 

CONVOCADA REUNIÃO DE EMERGÊNCIA DO GABINETE MINISTERIAL
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o ministro para a Defesa Moshe Ya'alon convocaram uma reunião de emergência para abordar a situação provocada por aquilo que ambos classificaram como "um massacre."
Netanyahu acusou Abbas como responsável pelo terrível ataque desta manhã e prometeu respondeu "com dureza."
"Este é o resultado directo do incitamento dirigido pelo Hamas e Abu Mazen (Abbas) que a comunidade internacional irresponsavelmente ignora" - afirmou Netanyahu esta manhã no seu comunicado oficial - acrescentando: "Responderemos com mão forte ao cruel assassinato de judeus que vieram orar e que foram apanhados por tenebrosas mãos assassinas."

Shalom, Israel!

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segunda-feira, novembro 17, 2014

ELEIÇÕES ANTECIPADAS EM ISRAEL?

O actual governo de coligação israelita está por um fio. 
A todo o momento pode ser dissolvido e convocadas eleições antecipadas.
As crescentes discussões no Ministério das Finanças ameaçam implodir o governo de Netanyahu. 
Os vários líderes partidários já se manifestaram contra a realização de eleições antecipadas, ainda que admitindo poder ser essa a única alternativa para a crise actual no governo.
Um dos pontos de tensão é a proposta apresentada pelo primeiro-ministro para tornar Israel o "estado-nação judaica." Segundo alguns, esta é uma decisão anti-democrática. Para a actual ministra da Justiça Tzipi Livni, esta proposta é desnecessária, uma vez que a Declaração da Independência de Israel "já determinou que Israel é o estado-nação do povo judeu, ao mesmo tempo que havendo igualdade para todos os seus cidadãos."
Apesar destas oposições, Netanyahu irá mesmo assim apresentar esta proposta para votação no próximo Domingo.
Numa altura de grandes tensões em Israel, e especificamente em Jerusalém, com uma espécie de nova intifada palestiniana a alastrar diariamente, com um processo de paz completamente morto, com um Irão cada vez mais provocador e ameaçador, a última coisa que Israel precisava era de uma crise governamental...
O que virá a seguir?

Shalom, Israel!

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sexta-feira, novembro 14, 2014

ISRAEL LEVANTA RESTRIÇÕES AO ACESSO DO MONTE DO TEMPLO PARA MUÇULMANOS DE TODAS AS IDADES

Numa clara demonstração de boa vontade, e como provável resultado do encontro tri-partido entre o primeiro-ministro Netanyahu, o secretário norte-americano John Kerry e o rei Abdullah da Jordânia, Israel decidiu esta manhã levantar as restrições que desde há muitos meses vigoravam, limitando a entrada no Monte do Templo a homens com mais de 50 anos.
Esta manhã todos os homens muçulmanos puderam subir ao Monte para rezar independentemente da sua idade.
ACABAR-SE-ÃO AS TENSÕES?
Segundo um porta-voz da polícia israelita que assegura o controle das entradas no recinto, esta medida visa "acalmar a situação" no local.
Para além destas medidas de boa vontade, Israel levantou também as barricadas que bloqueavam o acesso do bairro árabe Isawiya, em Jerusalém, ao French Hill, também na capital israelita. 

ENCONTRO TRI-LATERAL
Como resultado do encontro tri-lateral (Israel, Jordânia e EUA) realizado ontem à noite em Aman (Jordânia), e que teve a duração de 3 horas, foram abordadas formas práticas e específicas visando o restabelecimento da tranquilidade em Jerusalém. 
Segundo John Kerry, "Há firmes compromissos da parte da Jordânia e da parte de Israel em darem passos concretos. Netanyahu reiterou claramente o seu compromisso de manter o status quo, de forma a evitar uma futura escalada."
Netanyahu terá também alertado haver uma necessidade de parar com o incitamento à volta de questão de Israel e do Monte do Templo, razões que na opinião do primeiro-ministro provocam a violência recente.
O presidente palestiniano Abbas terá prometido entretanto a John Kerry tudo fazer para parar a violência e restabelecer a calma.
Esperemos que as promessas correspondam a acções concretas. Como sempre, Israel já deu o primeiro passo...

Shalom, Israel!

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quinta-feira, novembro 13, 2014

SEGUNDO TESTES DE ADN, 75% DOS JUDEUS ACTUAIS TRAÇAM A SUA ASCENDÊNCIA AO MÉDIO ORIENTE

Mais um duro golpe para os anti-semitas, especialmente a raça árabe-palestiniana que se esforça inutilmente para apagar as ligações históricas, culturais e até genéticas dos judeus à Terra de Israel.
Um estudo que agora veio a lume comprova que os judeus são realmente originários daquela região do Médio Oriente.
Um pequeno teste ao ADN dos actuais judeus vai traçar a sua ancestralidade às paragens do Médio Oriente - exactamente como a santa Bíblia nos relata.
Segundo Bennet Greenspan, fundador e presidente da "Family Tree DNA", a evidência é tão clara, que basta fazer-se uma pequena recolha de células das bochechas para se comprovar a origem judaica.
Um profundo estudo publicado há poucos anos por Harry Ostrer, médico geneticista do Colégio de Medicina Albert Einstein alega que muitos judeus contemporâneos têm de facto uma assinatura genética distinta e podem até traçar a sua origem ancestral ao Médio Oriente.
Greenspan fez ontem uma apresentação em Israel, especificamente no Colégio Académico Netanya, acerca do ADN dos judeus. Segundo este empreendedor e entusiasta em assuntos de genealogia, basta um pouco de saliva para provar as semelhanças da composição genética da maior parte dos judeus, homens e mulheres, e isso porque os seus ancestrais viveram todos no mesmo lugar. Segundo o estudioso, "nada menos que 75% dos judeus asquenazis (oriundos da Europa central), dos sefarditas (oriundos da península ibérica) ou dos mizrahins (judeus orientais) têm os seus ancestrais na região a que chamamos de Médio Oriente."

Shalom, Israel!
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