sábado, julho 22, 2017

JOVEM PALESTINIANO ASSASSINOU BRUTALMENTE 3 MEMBROS DE UMA FAMÍLIA JUDAICA QUE CELEBRAVA O NASCIMENTO DE UM NOVO MEMBRO NA FAMÍLIA

O ódio palestiniano contra o bem estar do povo judeu não conhece limites. Ontem à noite, pelas 21H30 horas, e alegadamente como retaliação aos confrontos ocorridos à volta da mesquita al-Aqsa, um jovem palestiniano de 19 anos saltou a vedação que isolava um aldeamento judaico na Judeia e, munido de uma faca, entrou dentro de uma casa onde uma pacífica família judaica se sentava para jantar, celebrando o nascimento de mais um membro da família. O terrorista partiu para o ataque, e esfaqueou 4 dos membros da família, deixando 3 mortos e um ferido.
Foram assassinados por este palestiniano o avô da família, um homem ainda com 70 anos, o seu filho de 35 e a sua filha, na casa dos 40.
A avó, uma senhora de 68 anos, foi transportada para um hospital próximo, estando a recuperar dos ferimentos sofridos, e tendo já sido informada do cruel massacre.

SANGUE INOCENTE DAS VÍTIMAS
DO ÓDIO ÁRABE-PALESTINIANO
A esposa do filho assassinado conseguiu escapar, escondendo os seus 5 filhos num quarto da casa e chamando a polícia. Aos seus berros de desespero, vizinhos acorreram imediatamente ao local. Um outro vizinho conseguiu disparar contra o terrorista através de uma janela. O assassino ficou prostrado junto às vítimas, mas tentou atacar os paramédicos que entretanto acorreram ao local, sendo entretanto detido pelas forças de segurança já presentes, e levado ao hospital, onde está a ser tratado de ferimentos leves.

CASA DO TERRORISTA SERÁ IMEDIATAMENTE DEMOLIDA
Tal como a lei israelita determina, a casa do criminoso será imediatamente demolida. O ministro da defesa de Israel Avigdor Lieberman esteve presente no local, esta manhã, e ordenou que a demolição avançasse imediatamente, bem como a dos 3 terroristas palestinianos envolvidos no massacre de 2 polícias druzos na semana passada. 
Lieberman exigiu ainda uma clara condenação ao ataque terrorista por parte do líder palestiniano: "Exigimos que o presidente da Autoridade Palestiniana Abu Mazen emita uma clara e inequívoca condenação ao massacre ocorrido ontem à noite de uma família que não ameaçava ninguém. Um massacre terrível ocorrido durante o jantar de Sábado da família."

"PEGUEM NA VOSSA ARMA E RESISTAM. DECLARAI GUERRA POR ALÁ!"
Pouco antes de partir para o massacre da família que pacificamente se sentava para celebrar a refeição de Sábado, o candidato a mártir escreveu uma última mensagem e desejo na sua página do facebook, expressando a sua convicção de que iria partir para estar "ao lado de Alá." E o assassino fez ainda uma convocação para que, "por amor à al-Aqsa" cada um "pegue na sua arma" e lute como "filho da Palestina e da al-Aqsa", já que "os filhos dos macacos e dos porcos não abrem os portões da al-Aqsa."
O jovem assassino pensou partir para a presença do seu deus, o cruel Alá. Ainda não foi desta. Enquanto tal não acontece, ficará às mãos da justiça dos homens, até que a justiça do verdadeiro Deus seja executada sobre ele...dessa ele não escapará, a menos que se arrependa verdadeiramente dos seus ignóbeis actos.

Shalom, Israel!

sexta-feira, julho 21, 2017

TENSÃO PROVOCADA PELOS MUÇULMANOS EM JERUSALÉM CAUSA 3 MORTOS PALESTINIANOS

Instigados pelas autoridades islâmicas, milhares de muçulmanos rezaram esta manhã fora do Monte do Templo, recusando passar pelos detectores de metais instalados pela polícia israelita para evitar a entrada de armas no recinto sagrado, tal como aconteceu há uma semana atrás e que levou ao assassinato de 2 polícias druzos.
Milhares de polícias israelitas foram esta manhã destacados para controlarem todos os acessos ao Monte do Templo, na antevisão de protestos em massa por parte dos muçulmanos que, instigados pelos seus líderes, se recusam a entrar no recinto enquanto ali estiverem os detectores de metais.

Após intensos debates, o gabinete de segurança do governo israelita decidiu manter os detectores, apesar da pressão exercida por vários governos árabes e muçulmanos, incluindo o cruel ditador turco Erdogan. 
Outras medidas hoje tomadas incluíram impedir o acesso ao Monte e à Cidade velha a homens com menos de 50 anos. As mulheres de qualquer idade tiveram permissão para entrar.
Um dos grandes causadores desta tensão é o grande mufti de Jerusalém, Mohammed Hussein, um verdadeiro arruaceiro que anunciou que iriam rezar fora da mesquita de al-Aqsa enquanto os detectores de metal estiveram nos portões de acesso.

Pela uma hora da tarde um verdadeiro mar de fiéis muçulmanos aglomeraram-se do lado de fora da mesquita, prostrando-se intermitentemente à medida que entoavam frases religiosas, ao mesmo tempo que a polícia israelita formava um enorme cordão humano de forma a precaver qualquer rastilho que pudesse provocar algo de grave. As rezas terminaram por volta da uma e meia da tarde.

DEPOIS DAS REZAS...A VIOLÊNCIA...
Logo depois das rezas muçulmanas começaram as temidas ondas de violência palestiniana, tanto em Jerusalém, como em partes da Judeia e Samaria.
Os palestinianos começaram atirando pedras e outros dispositivos, incluindo cocktails Molotov contra a polícia israelita. Os confrontos acabaram em 3 jovens palestinianos mortos em circunstâncias ainda por apurar. Várias dezenas ficaram ainda feridos com balas de borracha, gás lacrimogéneo e espancamentos. 
Um dos palestinianos, de 17 anos, terá sido alegadamente morto por um "colono", nos arredores de Jerusalém. Resta ainda esclarecer o que realmente terá acontecido.
3 JOVENS PALESTINIANOS VÍTIMAS DO SEU PRÓPRIO ÓDIO
Outro manifestante, de 20 anos, terá sido abatido em resposta aos ataques contra a polícia em At-Tur.
Outro palestiniano de 18 anos foi abatido com um tiro no peito, na aldeia de Abu Dis, nas vizinhanças da capital.
Segundo a "Crescente Vermelha" palestiniana, 41 palestinianos terão sido levados para hospitais e clínicas para tratamento, e outros 150 por inalação de gases.
4 polícias israelitas ficaram feridos com pedradas. 17 manifestantes foram detidos após serem apanhados a atirar pedras e tições contra a polícia de Israel.
Junto ao Portão de Damasco a multidão ali presente para as rezas foi visivelmente inflamada com os incitamentos proferidos após a chegada de vários líderes islâmicos. 
Vários confrontos foram também registados em Belém, Ramalá e Hebron.

Esperemos que com o passar deste "dia da ira", as coisas se vão acalmando, e que Israel mantenha mão firme sobre a situação, não cedendo à chantagem palestiniana e não retirando os detectores de metais que tanto "incomodam" os fieis islâmicos...

Shalom, Israel!

quinta-feira, julho 20, 2017

"AS NOSSAS RELAÇÕES SÃO PROFUNDAS" - AFIRMOU O EMBAIXADOR DA EUROPA EM ISRAEL -

Depois do desabafo de Netanyahu vazado ontem durante uma conferência com líderes da Europa de leste, em que o primeiro-ministro israelita desancou a Europa por basear as suas relações com Israel nos avanços das conversações com os árabes, provocando onda de choque um pouco por todo o lado, o embaixador da União Europeia para Israel Lars Faaborg-Anderson respondeu no seu twitter, que "Os laços entre Israel e a Europa são profundos", acrescentando ainda que "Continuaremos a desenvolver a nossa relação com Israel, tanto na esfera tecnológica como na política."
Pensando ter os microfones desligados, Netanyahu tinha chamado de "loucos" aos europeus, só que, para mal dos seus pecados, as expressões foram escutadas por todos quantos estavam presentes na sala da reunião.
Lamentando a dúbia habitual atitude europeia face a Israel, Netanyahu afirmou diante dos líderes europeus: "A União Europeia é a única associação de países no mundo que condiciona as relações com Israel, que produz tecnologia em todas as áreas, em condições políticas. São os únicos! Ninguém mais o faz."
Alertando a Europa sobre o perigo da actual política europeia de portas abertas aos refugiados do Médio Oriente, classificando-o como um risco à segurança existencial: "Penso que a Europa tem de decidir se quer viver e florescer, ou se prefere encolher e desaparecer."
Esta visita do primeiro-ministro israelita aos países do leste europeu está sendo considerada como uma nova era nas relações positivas entre Israel e aquilo que está sendo cada vez mais visto como um bloco de 4 países europeus de leste (Hungria, República Checa, Polónia e Eslováquia.) Os líderes desses 4 países não aceitaram as decisões da União Europeia permitindo a livre entrada dos imigrantes refugiados, nem as declarações anti-Israel da parte da União Europeia.

Shalom, Israel!


quarta-feira, julho 19, 2017

TAL COMO ANUNCIADO HÁ 2.500 ANOS, JERUSALÉM ESTÁ-SE A TORNAR NUMA "PEDRA PESADA"

As tensões à volta do Monte do Templo estão aumentando de dia para dia, em grande parte por culpa dos muçulmanos que não querem aceitar o controle das entradas através da passagem por detectores de metais, algo que já acontece para quem entra pelo lado do Muro Ocidental, conforme tem sido a minha experiência nestes últimos anos.
O velho ditado "quem não deve não teme" aplica-se exactamente a esta gente muçulmana que alega subir ao Monte apenas para rezar, o que não tem sido sempre a realidade. É que se assim fosse, esses indivíduos não teriam qualquer problema em fazer-se passar pelo detector que avisa a presença de metais, logo de armas.

"WAQF ISLÂMICA DE JERUSALÉM" PROVOCA O RASTILHO QUE PODE PROVOCAR UMA TRAGÉDIA
Para incendiar ainda mais a questão, um dos grandes bandidos muçulmanos responsáveis por esta violência que levou à morte de 2 polícias israelitas druzos há poucos dias atrás, é o próprio mufti de Jerusalém, o líder espiritual islâmico que controla as rezas naquele enorme recinto conspurcado por duas mesquitas. 
A "Waqf Islâmica de Jerusalém" veio hoje anunciar que todas as mesquitas estarão encerradas em Jerusalém para as rezas nesta próxima Sexta-Feira, um claro e preocupante esforço para convocar todos os muçulmanos a virem rezar às portas do Monte do Templo, algo que poderá causar mais violência, com contornos inimagináveis.

MONTE FECHADO AOS JUDEUS
Esta manhã a polícia israelita decidiu fechar o acesso do Monte aos visitantes judeus devido ao "desrespeito pelas normas ali vigentes" por parte de um grupo de visitantes judeus.
Apesar dos esforços de mediação norte-americanos, sauditas e de outros, mantém-se a situação imposta por Israel face aos permanentes distúrbios entre manifestantes muçulmanos e as autoridades israelitas.
E, como não poderia deixar de ser, o Egipto veio agora também exigir a Israel que "acabe com a violência" nos acessos ao Monte, uma ridícula visão completamente desfasada da realidade dos factos, uma vez que são os muçulmanos que estão constantemente a provocar a polícia que protege os acessos ao recinto sagrado. O Egipto exigiu também a Israel que assegure os direitos dos palestinianos para poderem expressar a sua fé em liberdade. 
E Mahmoud Abbas, o grande e nojento hipócrita líder da Autoridade Palestiniana, usando da sua habitual manha para conquistar votos entre a população palestiniana de Gaza, da Judeia e da Samaria, convocou os palestinianos para "um dia de ira" em Jerusalém Oriental, na Judeia e em Samaria.
Tanto a Fatah como o Hamas estão atiçando estes fogos, convocando os muçulmanos para grandes manifestação de "ira." Ontem à noite várias pedras e cocktails Molotov foram atirados contra elementos da polícia, deixando dois oficiais com ferimentos ligeiros.

Estas lamentáveis situações, embora que preocupantes - tanto mais que contamos ali estar já na próxima semana - não nos apanham de surpresa, pois o profeta Zacarias revelou pelo Espírito de Deus o que seria Jerusalém "nos últimos dias": um cálice de tontear e uma pedra pesada para todos os povos ao derredor. 
Parece que estamos chegando a esses dias, agora que o conflito se centra cada vez mais em Jerusalém e no seu lugar mais sagrado: o Monte do Templo.

Shalom, Israel!

terça-feira, julho 18, 2017

ISRAEL CONVIDA AUTORIDADES SAUDITAS A VISITAREM O MONTE DO TEMPLO

Querendo provar ao rei da Arábia Saudita Salman bin Abdulaziz que Israel mantém o habitual status quo no Monte do Templo, o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu convidou autoridades da Arábia Saudita a virem a Israel e à sua capital Jerusalém para visitarem a mesquita de al-Aqsa.
Este inédito convite israelita a um velho inimigo árabe é a resposta ao pedido feito pelo rei saudita aos EUA para que interviessem junto ao governo de Israel para que terminassem com o alegado bloqueio ao acesso ao Monte do Templo.
Apesar do aumento das medidas de segurança impostas por Israel como resultado do atentado terrorista cometido por 3 palestinianos no passado fim de semana, o governo de Jerusalém já liberou o acesso ao Monte, para que os muçulmanos e outros visitantes ali possam subir.
Vários detectores de metais foram instalados pelas autoridades israelitas nas várias entradas que dão acesso ao Monte, uma vez que se comprovou que as armas utilizadas pelos terroristas palestinianos já se encontravam previamente no recinto.
Claro que a escória islâmica reagiu de imediato, recusando submeter-se às novas medidas de segurança, alegando tratar-se de uma violação do status quo que até agora tem cedido aos jordanos o controle de segurança do recinto. Só que os guardas jordanos já provaram por diversas vezes que não só não são capazes de garantir a segurança, como têm certamente pactuado com os planos dos terroristas, permitindo a entrada de armas nos lugares que eles chamam de sagrado.

Nestes últimos dias os muçulmanos têm rezado fora do recinto, tendo entretanto havido várias refregas com a polícia israelita em partes da Cidade velha.
O Monte do Templo é o lugar mais sagrado para os judeus, uma vez que ali estiveram erigidos os 2 grandes Templos. Para os muçulmanos é o terceiro lugar mais sagrado, a seguir a Meca e Medina. Apesar de o nome de Jerusalém não aparecer uma única vez no livro sagrado islâmico - o Corão - eles inventaram uma história que tenta "forçar" a passagem do profeta Maomé por Jerusalém, de onde teria subido aos céus montado num cavalo branco. Imaginação não lhes falta realmente...

Shalom, Israel!

segunda-feira, julho 17, 2017

ESCAVAÇÕES ARQUEOLÓGICAS EM CURSO NA BÍBLICA SILÓ PODERÃO REVELAR LUGAR DO ANTIGO TABERNÁCULO

As actuais escavações na antiga bíblica Siló puseram à luz do dia dez jarras antigas que levam os arqueólogos a supôr que poderão estar perto de descobrir o lugar exacto onde foi erigido o primeiro Tabernáculo judaico, antes da construção do Primeiro Templo de Jerusalém pelo rei Salomão.
Com a Bíblia numa mão e uma pá na outra, uma equipa de evangélicos norte-americanos está a levar a cabo uma intensa pesquisa arqueológica que visa provar que a Bíblia é um livro de História credível. Algumas das técnicas usadas por esta equipa são inovadoras e ainda não utilizadas em Israel. 

Estas jarras, das quais apenas algumas se encontram quebradas, datam da época em que os israelitas entraram pela primeira vez na Terra Prometida. As jarras foram desenterradas a cerca de meio metro de profundidade numa grande sala que está a ser objecto de escavações arqueológicas.
A Bíblia situa o primeiro Tabernáculo em Siló, Samaria, na época do sumo sacerdote Eli e do profeta Samuel.
Estas jarras agora descobertas indicam que, em tempos antigos, a localidade foi abruptamente abandonada, com os seus residentes sem tempo suficiente para recolherem todos os seus pertences. No meio das jarras foi também descoberto um cálice conhecido como "kobaat", um tipo de cálice outrora utilizado para rituais. A descoberta do "kobaat" está ligada à pedra de altar ali escavada há alguns anos atrás, podendo indicar que os pesquisadores estão-se aproximando do lugar exacto onde assentou o Tabernáculo.
O TOQUE DO SHOFAR ANUNCIA O FIM DE
MAIS UM DIA DE INTENSO TRABALHO
A oficial coordenadora da arqueologia da administração civil, Hanini Hizami, afirmou: "Este é um achado que nos entusiasma. A destruição da localidade poderia ter sido causada pela invasão dos filisteus e pelo fogo que incinerou a cidade."

Shalom, Israel!

sábado, julho 15, 2017

MONTE DO TEMPLO PODERÁ SER REABERTO AMANHÃ

Após o hediondo ataque terrorista de ontem junto ao Portão dos Leões cometido por três terroristas palestinianos e em que 2 polícias druzos foram mortos, o primeiro-ministro ordenou que o Monte ficasse fechado para visitas e rezas muçulmanas, até se inspeccionarem todos os recantos do mesmo, uma vez que os terroristas palestinianos têm por costume carregar armas para o lugar que eles alegadamente consideram sagrado, mas no qual não têm qualquer pejo em guardar armas e munições para atacar judeus que "ousem profanar" o lugar sagrado com as suas orações...

As tensões foram ontem elevadas ao rubro, com a detenção pelas autoridades do "grande mufti" de Jerusalém para interrogatório, tendo o mesmo apelado aos muçulmanos a que se aproximassem em massa junto das barreiras de protecção levantadas pelas forças de Israel e ali fizessem as suas habituais rezas ao deus Alá. 
Tanto o presidente palestiniano Mahmoud Abbas, como a Jordânia, a Liga Árabe, e outros grupos islâmicos exigiram a Israel a reabertura imediata do Monte, a que eles chamam "esplanada das mesquitas", tendo esta exigência sido negada por Netanyahu.
A Jordânia, que é responsável pela manutenção do recinto, em vez de condenar o ataque terrorista, preferiu atacar Israel, responsável pela manutenção da tranquilidade e segurança do local...

OS 3 TERRORISTAS PALESTINIANOS RESPONSÁVEIS PELO ATENTADO
Netanyahu decidiu que amanhã, Domingo, e após verificar-se de que tudo está em ordem, o Monte poderá ser gradualmente reaberto para os muçulmanos e visitantes. Várias tendas entretanto montadas nas imediações do Monte por familiares e amigos dos terroristas abatidos serão também desmanteladas por ordem do primeiro-ministro.
Na reunião realizada ainda ontem, o primeiro-ministro ordenou também o reforço significativo das medidas de segurança no acesso ao Monte.

Shalom, Israel!

sexta-feira, julho 14, 2017

TRÊS TERRORISTAS ÁRABES ASSASSINARAM 2 POLÍCIAS ISRAELITAS ESTA MANHÃ, EM JERUSALÉM

OS 2 JOVENS POLÍCIAS ISRAELITAS ASSASSINADOS
ESTA MANHÃ PELOS TERRORISTAS ÁRABES JUNTO
AO PORTÃO DOS LEÕES, NA CIDADE VELHA DE JERUSALÉM
Mais um hediondo e bárbaro crime cometido por árabes palestinianos às portas da Cidade velha de Jerusalém deixou 2 polícias israelitas mortos e um terceiro ferido com severidade.
Os polícias israelitas estavam de vigilância junto ao Portão dos Leões que dá acesso ao Monte do Templo, para onde às sextas-feiras de manhã se deslocam milhares de árabes muçulmanos para as suas rezas, e por vezes outras acções criminosas, como foi o caso esta manhã.
Três terroristas árabes abriram fogo contra os polícias israelitas, provocando a morte dos mesmos. Logo após este atentado terrorista, forças de segurança israelitas presentes no local abateram os 3 criminosos palestinianos.

ARMAS USADAS PELOS TERRORISTAS
ÁRABES PARA ASSASSINAR ISRAELITAS
Os malfeitores chegaram junto do Portão dos Leões pelas 7 da manhã armados com 2 espingardas e uma pistola e, ao notarem a presença de polícias de patrulhamento israelitas, abriram imediatamente fogo contra eles, tendo depois fugido para o Monte do Templo e tentado refugiar-se dentro de uma das mesquitas. Perseguidos pela polícia israelita, foram imediatamente abatidos.
Um video feito na altura revela um dos terroristas aparentemente "neutralizado" pela polícia, mas que depois se levanta para tentar atacar o polícia que acabou por disparar contra o terrorista.
Ha'il Satawi, com 30 anos,  e Kamil Shnaan, com 22, os dois polícias vítimas do ódio palestiniano, ainda foram transportados de urgência ao hospital Hadassah, no Monte Scopus, mas não conseguiram resistir aos ferimentos. Satawi deixa esposa e um filho com apenas 3 semanas de idade.
Os 3 terroristas foram identificados como sendo árabes cidadãos israelitas, um com 29 e dois com 19 anos. Não tinham registo de incidentes anteriores.

DOIS DOS TERRORISTAS ÁRABES,
AGORA A CONTAS COM A JUSTIÇA DIVINA
"GRAÇAS A ALÁ"
Três horas antes do atentado terrorista, dois dos bandidos colocaram uma foto sua no Facebook, com a mesquita de al-Aqsa por detrás, e com os seguintes dizeres: "O sorriso será mais belo amanhã." Uma hora antes do ataque, um deles postou: "Graças a Alá. Chega."

PROIBIÇÃO DE REZAS NO MONTE DO TEMPLO ESTA SEXTA-FEIRA
Logo após o ataque terrorista, o Monte do Templo foi evacuado de todos os visitantes e os portões fechados para que as forças de segurança possam investigar o lugar e procurar armas que ali possam estar escondidas. Barricadas foram montadas pela polícia para impedir a entrada e o acesso ao Monte do Templo, tendo sido barrada a entrada a vários líderes muçulmanos, incluindo o próprio "grande mufti" de Jerusalém, Muhammad Hussein.

O líder espiritual muçulmano apelou mesmo assim aos muçulmanos para que se aproximassem das barricadas e rezassem ali mesmo: "Nenhuma força na terra pode impedir que se cheguem à al-Aqsa e ali façam as suas rezas de sexta-feira" - vociferou o rebelde muçulmano.

MUNDO ÁRABE DIVIDIDO
Enquanto Mahmoud Abbas telefonou a Netanyahu condenando o ataque, mas ao mesmo tempo exigindo a reabertura do Monte do Templo, alertando o primeiro-ministro para que não aproveite o incidente para alterar o actual status quo, ao que Netanyahu respondeu não ter essa intenção, vários grupos palestinianos como a Fatah e o Hamas condenaram o encerramento do Monte e incitaram à resistência às medidas tomadas por Israel, alegando até que os 3 palestinianos é que enfrentaram o "verdadeiro terrorismo."

Este novo ataque terrorista palestiniano junto ao Monte do Templo irá certamente provocar uma grande onda de revolta entre a população judaica, especialmente os religiosos, que "aproveitarão" este incidente para pressionar o governo de Netanyahu a mudar de vez o actual status quo que impede a expressão religiosa aos judeus, mas que permite que dezenas de milhares de muçulmanos ali se congreguem para fins cada vez mais questionáveis...

"Haja paz dentro dos teus muros, ó Jerusalém!"
Shalom, Israel!

quinta-feira, julho 13, 2017

ENVIADO DE TRUMP A ISRAEL ANUNCIA ACORDO ENTRE ISRAELITAS E PALESTINIANOS PARA UMA CONDUTA DE ÁGUA DO MAR VERMELHO PARA O MAR MORTO

Na sua primeira conferência de imprensa realizada hoje em Jerusalém, Jason Greenblatt, o enviado do presidente norte-americano Donald Trump, anunciou estar "orgulhoso" pelo papel que os EUA desempenharam no esboço de um acordo que incluirá a construção de uma conduta com quase 200 kms de extensão e que transportará água desde o Mar Vermelho até ao Mar Morto e ainda a construção de uma estação de dessalinização em Aqaba.
Questionado sobre o processo de paz, Greenblatt respondeu apenas: "Só aceitamos questões relacionadas com o projecto do Mar Vermelho."
Este acordo irá permitir fornecer água potável à Jordânia, aos palestinianos e a Israel, permitindo também a revitalização do Mar Morto, cujas águas vão descendo de nível a cada ano que passa. Israel concordou em aumentar o volume de água vendida aos palestinianos, dos actuais 20, para 30 milhões de metros cúbicos por ano.
O projecto orçamentado em cerca de 900 milhões de dólares levará 4 a 5 anos para ser concretizado.
A estação de dessalinização produzirá anualmente cerca de 80 milhões de metros cúbicos de água potável, sendo que Israel comprará à Jordânia metade dessa produção ao preço de custo.
Israel já exporta água para a Autoridade Palestiniana, mas passará a aumentar as vendas para cerca de 33 milhões de metros cúbicos anuais, sendo 22 milhões para a Judeia e a Samaria, e os outros 10 para a Faixa de Gaza.
"Esperamos que este acordo contribua para a cura do Mar Morto, e que venha a ajudar não só os palestinianos e os israelitas, mas também os jordanos" - afirmou radiante o enviado norte-americano.
E, num tom claramente positivo quando não profético, Greenblatt acrescentou: "Estou orgulhoso pelo papel que os Estados Unidos e os nossos parceiros internacionais desempenharam em ajudar as partes a chegarem a este acordo, e espero que seja um sinal de coisas que aí virão."
A ideia de abrir um canal entre o Mar Vermelho e o Mar Morto já vem do tempo dos britânicos, em 1850, como alternativa ao Canal de Suez.

Shalom, Israel!


quarta-feira, julho 12, 2017

"OCUPAÇÃO? O QUE É ISSO?" - A MAIORIA DOS ISRAELITAS ACREDITA QUE A TERRA É SUA!

Um número crescente de israelitas deixou de ver como "ocupação" a presença de judeus ou do exército israelita na erradamente chamada "Cisjordânia." 
Muitos há que pelo contrário olham para isso como sendo o cumprimento das profecias bíblicas.
Foi exactamente essa realidade que os responsáveis por uma recente sondagem acabaram por descobrir, ainda que contra as suas expectativas.
Sob o slogan "Salvemos Israel. Paremos a ocupação", os professores da Universidade de Tel Aviv, Dr. Nimrod Rosler e Daniel Bar-Tal, acabaram por revelar aquilo que a maioria dos israelitas pensa sobre as terras bíblicas da Judeia e Samaria, e os aldeamentos judaicos ali existentes.

Segundo a pesquisa reportada pelo "Israel National News", só uns meros 30 por cento de israelitas é que consideram tratar-se de "ocupação." Esta percentagem é uma descida profunda em comparação com os 51% que em 2004 consideravam a presença dos judeus na "Cisjordânia" como "ocupação."
A quebra no número de israelitas que vêem a situação na Judeia e Samaria como "ocupação" corresponde a uma redução drástica daqueles que apoiam o processo de "terra pela paz" que conduziria a uma "solução 2 estados."

Shalom, Israel!

segunda-feira, julho 10, 2017

ISRAEL ENTREGA A PRIMEIRA CENTRAL ELÉCTRICA À AUTORIDADE PALESTINIANA

O governo israelita assinou esta manhã um histórico acordo com a Autoridade Palestiniana, através do qual será cedida uma central eléctrica que fornecerá electricidade às regiões palestinianas localizadas no território bíblico da Judeia e Samaria.
O acordo assinado entre os líderes palestinianos e a Companhia Eléctrica de Israel permite um aumento do fornecimento de energia eléctrica à cidade palestiniana de Jenin.
Assinaram o acordo o ministro para a Energia de Israel e o líder palestiniano Rami Hamdallah, para além do CEO da companhia eléctrica israelita.
A Autoridade Palestiniana concordou em arranjar avalistas para assegurar os pagamentos, enquanto que, a Companhia Eléctrica de Israel se prontificou a fornecer uma segunda central eléctrica para complementar a já existente e que fornece energia aos palestinianos.
Numa primeira fase, os residentes palestinianos disporão de mais 60 megawatts para as suas cidades no Norte da Samaria.
Este é um acordo sem precedentes e que garantirá a Israel o pagamento da energia eléctrica fornecida aos palestinianos. Assim se espera...
De qualquer forma, este tipo de acordos directos entre israelitas e palestinianos, para benefício de ambas as partes, é sempre benéfico para a manutenção da estabilidade na região.

Shalom, Israel!

sexta-feira, julho 07, 2017

UNESCO APAGA A HISTÓRIA MILENAR DE ISRAEL, DECLARANDO HEBRON "PATRIMÓNIO CULTURAL PALESTINIANO"...

A mais que desacreditada UNESCO votou favoravelmente esta manhã, a atribuição de "património cultural da Palestina" à cidade bíblica e patriarcal de Hebron, onde se encontram sepultados os grandes patriarcas de Israel, milhares de anos antes da invenção do "povo palestiniano."
Na votação desta manhã realizada na Polónia, 12 países votaram a favor desta verdadeira declaração de estupidez colectiva e ignorância da História, contra o voto de 3 países e 6 abstenções.
A "Comissão de Património Mundial da UNESCO" prestou assim um grande favor ao revisionismo histórico, dando uma machadada final na pouca credibilidade que alguns países sérios ainda lhe poderiam ocasionalmente atribuir.
A declaração de "património cultural e histórico da Palestina" inclui - imagine-se! - a própria cave dos patriarcas de Israel! Falta apenas declarar que Abraão, Isaque e Jacó eram palestinianos, para completar esta alucinação colectiva mental a que a UNESCO se submeteu...!
As nações que votaram a favor, encabeçadas pela anfitriã Polónia, demonstraram mais uma vez o quão manipuladas estão pela mentira palestiniana e pelo poder do petróleo árabe. 

SHAMA HACOHEN, EMBAIXADOR DE ISRAEL NA UNESCO
Shama-Hacohen, embaixador de Israel para a UNESCO, condenou a presença do próprio presidente da Câmara Municipal de Hebron na cerimónia de votação, afirmando tratar-se de um terrorista condenado já por crimes de sangue. Sangue israelita, obviamente...
Contrariamente ao acordado com os polacos para que a votação fosse secreta, dando assim azo a que alguma nação árabe pudesse votar em secreto a favor de Israel, a decisão foi tomada em público, certamente com o propósito de pressionar o voto dos representantes árabes. 

CONDENAÇÃO ISRAELITA
Obviamente que a condenação israelita não se fez esperar. Danny Danon, embaixador de Israel na ONU, arrasou de imediato a votação: "Esta tentativa de cortar os laços entre Israel e Hebron é uma vergonha e uma ofensa, e elimina o último fio de credibilidade da UNESCO. Desassociar Israel dos lugares de sepultamento dos patriarcas e matriarcas da nossa nação é uma feia demonstração de descriminação, e um acto de agressão contra o povo judeu."

CORTE DE UM MILHÃO DE DÓLARES
Mas Israel não se ficará pela condenação. O governo de Jerusalém já decidiu cortar um milhão de dólares dos seus subsídios à ONU, preferindo usar esse dinheiro para a construção de um museu na cidade bíblica de Hebron. O dinheiro será também utilizado para o incremento de projectos para fortalecer os laços hebraicos a Hebron e ao aldeamento judaico de Kiryat Arba.

Shalom, Israel!



quinta-feira, julho 06, 2017

MUNICÍPIO DE JERUSALÉM VAI APROVAR A CONSTRUÇÃO DE 800 NOVAS HABITAÇÕES EM JERUSALÉM ORIENTAL

O município de Jerusalém informou que irá aprovar no próximo mês a construção de 800 novas habitações na zona judaica de Jerusalém oriental.
Esta decisão poderá prejudicar as intenções de Donald Trump para um plano de paz para a região.
Os bairros onde irão ser construídas estas novas habitações nos arredores de Jerusalém são Pisgat Ze'ev, Gilo, Neve Ya'akov, e Ramot, sendo as primeiras a ser construídas depois do encontro de Donald Trump com Netanyahu.

REACÇÃO NORTE-AMERICANA
A Casa Branca reagiu de imediato ao anúncio, alegando que "a construção descontrolada não favorece as perspectivas de paz."

OPINIÃO DO PRESIDENTE DO MUNICÍPIO DE JERUSALÉM
Para o presidente do município da capital israelita Nir Barkat, "a construção em Jerusalém é essencial, importante, e vai prosseguir em plena força."

Ainda bem. Afinal, quem manda naquela terra não são os norte-americanos, mas os seus legítimos donos, os judeus.

Shalom, Israel!

quarta-feira, julho 05, 2017

ISRAEL E ÍNDIA ASSINAM 7 ACORDOS DE COOPERAÇÃO

A actual visita do primeiro-ministro indiano Narendra Modi a Israel não podia ter maior sucesso.
"Estamos juntos fazendo História!" - afirmou Netanyahu a Narendra, após a assinatura mútua de 7 acordos bilaterais entre os dois países, e que incluem a área aeroespacial, dois acordos relacionados com a água, cooperação sobre segurança nacional e um acordo de pesquisa industrial de 40 milhões de dólares. 
O entusiasmo do primeiro-ministro israelita levou-o a considerar estes acordos de cooperação como "feitos no céu", um dia em que "estamos juntos fazendo História."


Estes acordos coroam a visita de 3 dias realizada pelo primeiro-ministro da Índia a Israel para celebrar os 25 anos de relações diplomáticas entre os dois países, aproveitando ainda para aprofundas as já excelentes relações mantidas entre os dois países.
Durante a "Guerra Fria", a Índia não tinha relações formais com Israel, inclinando-se mais para os palestinianos, mas nestes últimos 25 anos os dois países têm desenvolvidos laços nas áreas da alta tecnologia e da defesa.
Modi tem tido encontros com Netanyahu, empresas tecnológicas e com a comunidade de judeus indianos que vivem em Israel. A sua agenda não inclui qualquer encontro com autoridades palestinianas. 

ENCONTRO COM O PRESIDENTE REUBEN RIVLIN
Após o seu cordial encontro com o presidente israelita Rivlin esta manhã, o primeiro-ministro indiano revelou: "Israel é um verdadeiro amigo...sinto-me aqui perfeitamente em casa."

Shalom, Israel!

terça-feira, julho 04, 2017

"É UMA HONRA ESTAR EM ISRAEL" - AFIRMA PRIMEIRO-MINISTRO DA ÍNDIA, NO INÍCIO DA VISITA HISTÓRICA A ISRAEL

Nunca até agora um primeiro-ministro indiano tinha visitado oficialmente Israel. Esta tarde, o primeiro-ministro da Índia Narendra Modi aterrou no aeroporto internacional de Ben Gurion, o principal de Israel, tendo sido recebido com um efusivo abraço e palavras afectuosas do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.
Num pequeno discurso à sua chegada, o primeiro-ministro da Índia afirmou ser "uma honra estar em Israel", tendo conseguido umas palavras na língua hebraica: "Estou feliz por estar aqui!"
Narendra Modi referiu-se ainda a Israel como "um dos parceiros mais importantes da Índia."
Nesta histórica visita de 3 dias, o primeiro-ministro indiano assinará com Israel 7 acordos de cooperação bilateral. Interessante a simbologia dos números 3 e 7...
Netanyahu afirmou que Israel recebe Modi "de braços abertos", acrescentando: "Nós amamos a Índia. Admiramos a vossa cultura, a vossa História, a vossa democracia, o vosso compromisso com o progresso."

"Concordámos em derrubar as últimas paredes de separação entre a Índia e Israel. Apertámos as nossas mãos e concordámos em estabelecer uma parceria histórica para o desenvolvimento. Reunimo-nos posteriormente em Paris e desde então temos falado inúmeras vezes ao telefone. Mas eu lembro-me, meu amigo, daquilo que me disse naquele primeiro encontro. Você disse que quando se trata das relações entre a Índia e Israel, o céu é o limite" - afirmou Netanyahu.

Shalom, Índia! Shalom, Israel!

segunda-feira, julho 03, 2017

ISRAEL SOB UMA INTENSA VAGA DE CALOR

Não, não é só em Portugal que se assiste a uma intensa onda de calor. 
Israel também experimenta temperaturas altíssimas, obrigando as autoridades a accionar os alertas necessários aos cidadãos do país.
Segundo os meteorologistas  "as temperaturas estão a atingir valores extremos não habituais em algumas áreas."
Em alguns lugares, como o vale do Jordão, Beit Shean, o Mar Morto e Arava, a temperatura chegou hoje aos 47º celsius.

OVO FRITO APENAS COM O CALOR DO SOL
A situação com estas altas temperaturas tornou-se quase hilariante, ao ponto de um homem ter estrelado um ovo em cima do seu próprio carro...!
Têm sido enviados vários alertas aos muitos milhares que irão assistir ao concerto de Britney Spears, estando já centenas de médicos e paramédicos mobilizados para o local do concerto. 

Shalom, Israel!

sábado, julho 01, 2017

TZIPI LIVNI APELA À UNESCO PARA NÃO TRANSFORMAR A ORGANIZAÇÃO NUMA ARENA POLÍTICA

Encerrando a conferência organizada pela UNESCO na sua sede em Paris, a ex-ministra das Relações Exteriores de Israel Tzipi Livni aproveitou o seu discurso de ontem para criticar a forma como os palestinianos se estão a aproveitar da organização para fazerem aprovar resoluções anti-Israel.
O discurso de Livni subordinado ao tema: "Poder brando hoje: promovendo o poder e a liderança das mulheres" encerrou a conferência promovida pela UNESCO. Na introdução ao seu discurso, Livni confessou não estar inicialmente segura se deveria participar na conferência "depois da adopção de resoluções distorcidas concernentes a Jerusalém e com uma resolução fraudulenta sobre Hebron actualmente em cima da mesa."
Na próxima semana o Comité do Património Mundial da UNESCO deverá votar uma proposta de resolução apelando ao reconhecimento da Cidade velha de Hebron - e com ela a cave dos patriarcas - como sítio cultural do património mundial palestiniano. 

Outra pérfida resolução a ser também votada para breve visa negar a soberania israelita sobre a Cidade de Jerusalém.
"Eu lidero a oposição em Israel" - alegou Livni no seu discurso - "mas não uma oposição à História do meu povo nem uma oposição à verdade. Estas resoluções não irão prejudicar a ligação do meu povo a estes sítios, mas sim a UNESCO e a capacidade de se avançar com esforços comuns. Esta não é a forma. Ela impede a cooperação, aquilo que estamos hoje tentando aqui conseguir."
A deputada do partido "União Sionista" acrescentou ainda que "a UNESCO não deve converter-se numa arena política. Há aqui delegações de países que têm conflitos, mas devemos deixar esses conflitos do lado de fora deste lugar. Infelizmente, há estados membros que se aproveitam da UNESCO para interesses políticos e conflitos abertos."

Shalom, Israel!