quarta-feira, janeiro 18, 2017

JÁ SE PREPARA EM ISRAEL VINHO ESPECIAL PARA O TERCEIRO TEMPLO

Dia após dia Israel está-se aproximando da realidade descrita há 2.500 anos atrás pelos profetas inspirados por Deus. 
Na semana passada foram oferecidas ao "Sinédrio Nascente" 30 garrafas de um vinho específico para uso no Templo de Jerusalém. A produção de vinho em Israel é um sinal precursor da vinda do Reino.
As uvas fazem parte das 7 espécies de produtos agrícolas com que Israel é especialmente abençoado:  "Terra que produz muito trigo e cevada, videiras e figueiras, romãzeiras, terra de oliveiras, de azeite e de mel" - Deuteronómio  8:8 .
A uva tem um significado muito mais bíblico do que muitos imaginam. O regresso da produção de vinhedos em Israel, que eram quase inexistentes durante o domínio islâmico devido à proibição do uso do álcool, está profetizado pelo profeta Miquéias como arauto da vinda do Messias:
"Mas assentar-se-à cada um debaixo da sua videira, e debaixo da sua figueira, e não haverá quem os espante, porque a boca do Senhor dos exércitos o disse" - Miquéias 4:4.

USO NO TEMPLO
O vinho era parte integrante das ofertas no Templo de Jerusalém. Ainda que fosse proibido para os sacerdotes beber vinho durante os sacrifícios, uma libação de vinho era oferecida no Templo a cada manhã como parte do serviço diário. Um quarto de hin de vinho era derramado sobre o altar.

TERCEIRO TEMPLO
Nas preparações para o Terceiro Templo, o rabi Hillel Weiss, porta voz do Sinédrio, procurou vinho que fosse kosher para uso no Templo. o vinho tem um estatuto especial no judaísmo, uma vez que é requerido para a celebração do Sábado, para festas tais como a Páscoa, e para rituais como o casamento e a circuncisão. Os requisitos para que o vinho de consumo diário seja kosher são bastante exigentes. Todo o processo, desde o esmagar das uvas até ao engarrafamento tem de ser executado por judeus que respeitem o Sábado.

UMA INDÚSTRIA FLORESCENTE
A produção de vinho já é uma indústria florescente em Israel, com centenas de adegas produzindo mais de 10 milhões de garrafas por ano. Mas a produção de vinho suficientemente sagrado para o Templo tem as suas restrições, sendo que a qualidade procurada pelo rabi Weiss não se encontra em todas as lojas.

Contrariamente ao que é habitual na produção das vinhas, as uvas para a produção de vinho a usar no Templo têm de estar junto ao chão e não ter qualquer espécie de produto químico, portanto terão de ser 100% orgânicas. Nenhuma máquina é usada em todo o processo, sendo as uvas pisadas pelos pés dos estudantes e a fermentação 100% natural, sem acréscimo de aditivos.

PRESENTE EM ISRAEL DESDE A ANTIGUIDADE
As evidências arqueológicas comprovam que já se produzia vinho em todo o Israel desde tempos antigos. Por todo o país são encontrados lagares de pedra, provando que já se produzia vinho em Israel milhares de anos antes de ele chegar à Europa.

"SINAL DA ERA MESSIÂNICA"
Para o rabi Weiss, o renascimento da indústria do vinho é um sinal da era messiânica: "A qualidade do vinho israelita, ausente do mundo desde há tanto tempo, é uma prova clara da relação entre o povo judeu e a Terra. O pináculo dessa relação será quando os judeus trouxerem o produto da terra ao Templo, como será o caso do vinho" - afirmou o rabi Weiss.

Shalom, Israel!

terça-feira, janeiro 17, 2017

ENCONTRADAS PROVAS ARQUEOLÓGICAS DA CAPTURA DE EDOM PELO REI DAVID

As ruínas de uma fundição de cobre e de um muro datando do século 10 a.C. foram descobertas durante escavações em curso na região das minas de cobre de Timna, na região do deserto de Arava, no sul de Israel, dando crédito à descrição bíblica da captura de Edom nos dias do rei David.
O muro da fortificação teria originalmente centenas de metros de comprimento e 5 de altura.
Muitas pedras de funda foram encontradas perto do edifício, podendo ser evidência da grande batalha narrada em 2 Samuel 8:13.
"Temos mais que suficientes provas arqueológicas para concluir que os mineiros que trabalhavam nas minas de Timna não eram humildes escravos, como tem sido assumido, mas sim mineiros experientes que supervisionavam o complexo e que exigiam o trabalho dos aprendizes" - informou o Dr. Erez Ben-Yosef, da Universidade de Tel Aviv, responsável pela equipa de arqueologia bíblica que escavou o muro.
"Estamos hoje descobrindo cada vez mais evidência de uma sociedade concentrada e hierárquica que interagia intensamente com os seus vizinhos, o que corresponde aos textos da Bíblia e de outras fontes" - acrescentou o arqueólogo.

Shalom, Israel!


segunda-feira, janeiro 16, 2017

NADA MUDOU (FELIZMENTE) COM A CONFERÊNCIA DE PARIS...

A conferência realizada ontem em Paris com a presença de 75 representantes de outros tantos países não surtiu qualquer efeito prático, uma vez que não foi delineado qualquer seguimento ou continuidade à mesma.
Israel acabou por ganhar, uma vez que, não estando presente, comprovou que tais esforços internacionais são "fúteis" (expressão usada por Netanyahu), pois os principais interessados é que se têm de sentar à mesa para negociar, ainda que não sei bem o quê...
Nenhumas imposições foram colocadas sobre Israel, e a declaração final chega a aludir à "importância do reconhecimento directo de um lar nacional para o povo judeu."


Esta declaração constante do documento final é importante, uma vez que nem toda toda a comunidade internacional reconhece este direito do povo judeu.
A afirmação mantida por Israel de que "a única forma de se chegar à paz é por meio de negociações directas entre as partes" faz também parte da declaração final, o que representa mais um trunfo para o estado judaico.

UM ALIVIAR DA DECLARAÇÃO FINAL
Algo aconteceu entretanto para que a temida declaração final acabasse por ser muito mais comedida do que se pensava, e isso provavelmente graças ao Conselho Nacional de Segurança e ao Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel. 

Os responsáveis israelitas respiraram ontem de alívio ao verificarem que certas "partes problemáticas" do texto final relacionadas com a recente pérfida resolução 2334 do Conselho de Segurança da ONU não foram inseridas no documento. Ao que parece, o próprio Conselho de Segurança não irá por enquanto adoptar quaisquer outras resoluções respeitantes às construções na Judeia e Samaria. Isso foi o que o ainda secretário de estado norte-americano John Kerry parece ter ontem prometido a Netanyahu pelo telefone.
Por outro lado, o documento final inclui críticas ao incitamento e ao "terrorismo" - certamente aludindo às práticas dos palestinianos - tendo sido ainda removida alguma linguagem pró-palestiniana. 

AUSÊNCIA DA RÚSSIA, DA INGLATERRA E DE ANTÓNIO GUTERRES
A notada ausência dos ministros representativos da Inglaterra, da Rússia e do próprio secretário geral da ONU António Guterres, parece dar a entender que estes países preferem esperar pela eleição de Donald Trump para melhor concertarem as suas posições. 
Há em muitos líderes internacionais uma atitude de esperar para ver em relação às posturas que o novo presidente norte-americano irá adoptar nesta e em outras questões. Uma delas, quiçá a mais importante, terá a ver com a prometida mudança da embaixada dos EUA para Jerusalém, algo que o anfitrião da conferência de ontem, o ministro francês para os Negócios Estrangeiros Jean-Marc Ayrault classificou de perigoso, podendo resultar em "consequências extremamente sérias."

PRÓXIMOS PASSOS...
Os ministros presentes na conferência reúnem-se hoje para um almoço de trabalho em que esperam lançar uma plataforma de discussão sobre "o caminho a seguir para se alcançar um acordo de paz que viabilize a solução 2 estados e que reverta as actuais tendências negativas no terreno."
A ministra da União Europeia para os Negócios Estrangeiros Federica Mogherini disse esta manhã que tanto ela como os deputados da UE irão discutir o trabalho do grupo visando a resolução do conflito, "especialmente estabelecendo as condições para que as partes façam a sua parte e recomeçam conversações sérias."
A maior parte dos ministros dos 28 estados membros da UE concordaram em alertar as partes envolvidas contra acções unilaterais que venham a minar as conversações, uma aparente referência às construções israelitas. 

INGLATERRA NÃO ASSINOU O DOCUMENTO
Numa atitude corajosa, a Inglaterra não se deixou influenciar pela maioria dos ministros, tendo criticado a conferência e chegando a até a recusar-se a assinar a declaração conjunta. Parabéns, Theresa May!
Donald Trump apelou entretanto à Inglaterra para "vetar qualquer futura resolução anti-Israel do Conselho de Segurança da ONU."

ISRAEL DO LADO DE FORA
Netanyahu rejeitou entretanto um convite para estar presente numa reunião especial a realizar após a conferência, e o próprio presidente da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas, que se esperava poder estar, acabou por cancelar a sua visita a Paris.
O primeiro-ministro israelita afirmou que a reunião de nada adiantaria para promover a paz, e classificou o encontro de Paris como "as últimas vibrações do mundo de ontem."
"Amanhã será diferente, e o amanhã está muito próximo" - afirmou Netanyahu, referindo-se obviamente à próxima posse de Donald Trump.

Shalom, Israel!

sábado, janeiro 14, 2017

MAHMOUD ABBAS PEDE AJUDA AO PAPA...CONTRA ISRAEL.

O presidente da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas, de visita a Roma e ao Vaticano para inaugurar a embaixada da auto-denominada "palestina" em terras da Santa Sé, vai encontrar-se com o chefe da Igreja Católica Romana, Francisco I, para pedir o seu apoio contra a mudança da embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém. 
O líder palestiniano anda numa ronda internacional para tentar conseguir apoios antes da "conferência dos 70" em Paris, a iniciar-se amanhã.
A preocupação de Abbas é que a mudança da embaixada norte-americana para a capital Jerusalém venha a "matar quaisquer esperanças para a negociação da paz" e "incendeie a região, ao minar as reivindicações muçulmanas e cristãs sobre a cidade santa."
Depois da audiência com o papa, Mahmoud Abbas abrirá formalmente a embaixada que, segundo palavras suas, é "o fruto dos recentes acordos através dos quais o Vaticano reconheceu formalmente o 'estado da Palestina.'"
Ao que me parece, Mahmoud Abbas e Francisco I são na verdade "farinha do mesmo saco."

Shalom, Israel!

sexta-feira, janeiro 13, 2017

EMBAIXADA "PALESTINIANA" ABRE NO VATICANO 2 DIAS ANTES DA "CONFERÊNCIA DOS 70"...

2017 promete...Nesta Sexta-Feira, 13 de Janeiro, a primeira embaixada palestiniana em espaço europeu abriu, imagine-se onde?
No Vaticano, obviamente...!
Por muitos identificado como a "grande prostituta" mencionada no Livro do Apocalipse, o Vaticano é de facto a "mãe" de todas as prostituições e abominações, uma vez que recebe no seu já maculado seio um grupo que tudo tem feito para destruir a nação de Israel e aniquilar o povo judeu.
Há séculos que a hipocrisia do Vaticano tresanda, e se por um lado com este seu novo chefe parece ter dado sinais de aproximação aos judeus, a grande verdade é que essa sinistra organização política e religiosa tem-se deixado conspurcar com os inimigos de Israel e do povo judeu, enfim, com os inimigos da paz.
Amanhã - Sábado - o líder palestiniano Mahmoud Abbas irá reunir-se com o chefe do Vaticano, Francisco I, sendo esta a terceira vez que os dois se encontram. Quando do último encontro, o líder do Vaticano apelidou o palestiniano de "anjo da paz", denotando-se aí princípios de senilidade, quando não de imbecilidade. É que chamar de "anjo da paz" a um imbecil que só pensa na destruição do estado de Israel, alguém que se alegra de cada vez que judeus inocentes são assassinados pelo terrorismo palestiniano, é alinhar pela mesma bitola, é alimentar-se do mesmo esterco em que a maioria dos palestinianos chafurda...
Claro que a hipocrisia do Vaticano é tão profunda que, quando confrontados com a afirmação do seu chefe, os responsáveis da Cúria vieram piorar a já espúria declaração, alegando que tinha sido "um erro de tradução", e que o "papa" tinha como intenção "encorajar Abbas a fazer a paz com os israelitas." A habitual habilidade ao jeito de camaleão a que o Vaticano já há muito nos habituou.
A embaixada palestiniana no Vaticano será uma entre as 98 representações diplomáticas no estrangeiro. Será também uma das 86 representações estrangeiras presentes no Vaticano.
Por outro lado, e contrastando com esta indescritível demagogia, Israel não tem embaixada no Vaticano, embora o Vaticano tenha a sua embaixada em Tel Aviv. O Vaticano tem também uma embaixada na alegada "Palestina", localizada em Jerusalém oriental, território de Israel...
Há cerca de 2 anos que o Vaticano reconheceu oficialmente o "estado" palestiniano.

Shalom, Israel!

quinta-feira, janeiro 12, 2017

CONFERÊNCIA DAS 70 NAÇÕES EM PARIS QUER DIVIDIR A TERRA DE ISRAEL

Aproxima-se a passos largos a pérfida e quiçá profética conferência "para a paz no Médio Oriente" - entenda-se: entre árabes e judeus - em Paris, para a qual foram convidadas 70 nações. O início está previsto já par o próximo Domingo, 15 de Janeiro.
Um rascunho da declaração oficial na conclusão da conferência "vazou" entretanto para a comunicação social, especificamente o jornal israelita "Haaretz", sabendo-se que ela apela à divisão da Terra de Israel, o estabelecimento de um estado palestiniano, a obrigação de Israel voltar às fronteiras de 1967 como base para as negociações finais entre israelitas e palestinianos, e a condenação de quaisquer responsáveis que se recusem a aceitar a solução 2 estados.
Segundo esta declaração, O Muro Ocidental não pertence aos judeus, muito menos o Monte do Templo, nem sequer ainda um centímetro quadrado da Judeia e Samaria, e de Jerusalém oriental. 
O documento também apela às nações para que façam distinção clara entre o estado de Israel e os territórios alegadamente pertencentes aos palestinianos e baseados nas fronteiras de 1967.
Sabe-se que na passada Sexta-Feira ocorreu uma reunião com uma grande quantidade de diplomatas que terão dado origem a esta declaração resultante da conferência a realizar em Paris.
Tudo vem em seguimento da abominável resolução 2334 do Conselho de Segurança das Nações Unidas, que muitos acreditam ter sido a maior traição da América a Israel. Vários líderes israelitas temem que as conclusões desta conferência dos 70 em Paris possam conduzir a uma nova resolução da ONU antes do próximo dia 20, dia da tomada de posse do novo presidente norte-americano, um declarado amigo de Israel.

Netanyhau teme que este comunicado final da conferência dos 70 em Paris possa vir a ser adoptado logo na Segunda-Feira seguinte pelo Conselho dos Ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia e pelos ministros representados no "quarteto para a paz", vindo ainda a constituir a base para uma nova resolução do Conselho de Segurança que se deverá reunir já na próxima Terça-Feira para o seu debate mensal sobre a questão israelo-árabe.
Segundo palavras de Netanyahu, Israel está a fazer "um grande esforço para evitar uma nova resolução do Conselho de Segurança."

MALDIÇÃO ASSEGURADA PARA A FRANÇA
Ao organizar esta conferência e ao tentar conduzir (entenda-se: forçar) o caminho para a divisão da Terra de Israel, a França coloca-se em grave risco, atraindo a maldição de Deus sobre si mesma. 
Há 2 mil anos atrás, os soldados romanos repartiram entre si as vestes do Messias Jesus, trazendo maldição sobre toda a humanidade.
Agora, próximos ao Seu retorno, são as nações do mundo inteiro que tentam dividir a Sua Terra e a única Cidade do mundo inteiro que Ele chamou de Sua - "Jerusalém...é a cidade do grande Rei" - Mateus 5:35.

MALDIÇÃO SOBRE QUEM DIVIDIR A TERRA DE DEUS
Deus avisa explicitamente nas Suas escrituras que nos últimos dias irá julgar as nações por dividirem a Sua Terra: "Porque naqueles dias e naquele tempo em que removerei o cativeiro de Judá e de Jerusalém, congregarei todas as nações, e as farei descer ao vale de Jeosafá; e ali com elas entrarei em juízo, por causa do Meu povo, e da Minha herança, Israel, a quem elas espalharam entre as nações e repartiram a Minha Terra" - profeta Joel 3:1 e 2. 
Segundo Génesis 12:3, todos aqueles que abençoarem Israel serão abençoados, e todos quantos amaldiçoarem Israel serão amaldiçoados. 
No conceito judaico, o número 70 simboliza as nações do mundo inteiro. Assim sendo, as 70 nações reunidas em Paris para dividirem a Terra de Israel acarretarão maldição para o mundo inteiro.

Oremos...oremos... oremos, para que não haja mais nenhuma resolução do Conselho de Segurança da ONU antes do próximo dia 20.

Shalom, Israel!


terça-feira, janeiro 10, 2017

ANTÓNIO GUTERRES, SECRETÁRIO-GERAL DA ONU, CONDENOU O "ATAQUE TERRORISTA" COMETIDO POR "UM PALESTINIANO"

Não estávamos habituados a isso. A ONU sempre se pôs ao lado dos terroristas palestinianos, raramente se referindo aos atentados cometidos pelos mesmos e sempre evitando condenar os mesmos.
Desta vez está a ser diferente: ontem mesmo, o recém empossado secretário-geral António Guterres, condenou explicitamente o "atentado terrorista", acrescentando ao mesmo tempo que não se deve permitir que o mesmo venha a minar a necessidade de se reatarem as conversações de paz entre israelitas e palestinianos.
António Guterres também alertou para o facto de "a violência e o terror não conduzirem a uma solução para o conflito israelo-palestiniano, antes pelo contrário" - informou a porta voz de Guterres, Stephane Dujarric.
Tanto Guterres como Dujarric sublinharam que os responsáveis pelo ataque de Domingo passado cometido por um palestiniano que atirou o seu camião contra um grupo de soldados israelitas num local turístico de Jerusalém e que matou 4 jovens e feriu outros 17 "devem ser levados à justiça, condenados e desacreditados."
O Conselho de Segurança da ONU também condenou em termos fortes o "ataque terrorista" e apelou a que "sejam responsabilizados os responsáveis por estes condenáveis actos de terrorismo."

Novos ares vindos da ONU? Quem dera que sim...

Shalom, Israel!

segunda-feira, janeiro 09, 2017

MILHARES DE PESSOAS ASSISTEM AOS FUNERAIS DOS 4 JOVENS MILITARES ONTEM ASSASSINADOS POR UM PALESTINIANO

"Por que é que nós merecemos isto?" - questionou a mãe de uma das vítimas do ataque terrorista de ontem, na capital Jerusalém, e que vitimou um total de 4 jovens militares e deixou outros 15 feridos.
Erez Orbach, Shira Tzur, Shir Hajaj, e Yael Yakutiel, todos jovens na flor da idade, foram hoje a sepultar em vários pontos do país, sob intensa comoção e participação de milhares de pessoas solidárias com o sofrimento destas famílias enlutadas. 
Ontem de manhã, um terrorista palestiniano de 28 anos, residente em Jerusalém oriental e detentor de identidade israelita, conduziu o camião com que trabalhava, acelerando-o a alta velocidade contra um grupo de soldados que tinham acabado de sair de um autocarro para visitar um dos pontos turísticos mais visitados em Jerusalém. Não satisfeito com o hediondo crime, o terrorista ainda recuou e voltou a abalroar mais alguns soldados, tendo de imediato sido abatido pelos tiros de um soldado israelita ali presente.

APLAUDIDO PELO HAMAS
O hediondo acto terrorista tem sido veementemente condenado um pouco por todo o mundo. 
A excepção tem obviamente sido o Hamas, um grupo terrorista islâmico que domina a Faixa de Gaza, e que celebrou com festa, foguetes e troca de doces o "acto heróico", assim descrito por um porta-voz deste abominável grupo terrorista.
Nenhum grupo até agora reivindicou o atentado. Ontem mesmo, pouco depois da tragédia, o primeiro-ministro Netanyahu, de visita aolocal, afirmou que o mesmo seguia o padrão recente dos ataques do Daesh ocorridos em Nice e em Berlim, julgando-se assim que o terrorista responsável teria alguma associação ao movimento em causa, embora os familiares o neguem.

A NOSSA HOMENAGEM
Prestamos aqui o nosso singelo tributo a estes jovens assassinados na flor da idade por alguém que representa o sentimento geral dos inimigos de Israel, aqueles que querem a todo o custo ser entendidos pela comunidade internacional como "vítimas da ocupação israelita", mas que são na verdade pérfidos manipuladores da opinião pública mundial e inimigos da paz e do progresso. 
Estes 4 jovens eram apenas jovens. Alegres. Judeus. Seria esse o problema? Sim, o facto de ser-se judeu perturba muita gente, e, tal como dizia o porta-voz do Hamas, acabar com "essa gente" é um acto de heroísmo a celebrar por todos os palestinianos.
É com hediondos actos terroristas como este que Israel tem de conviver permanentemente. É de gente como esta - os palestinianos - que Israel tem de se defender a todo o custo, quer o mundo entenda ou não.

Shalom, Israel!

sábado, janeiro 07, 2017

ABBAS AVISA TRUMP: "MUDAR A EMBAIXADA PARA JERUSALÉM EQUIVALE A UMA DECLARAÇÃO DE GUERRA"

As profecias milenares de que "nos últimos dias" o Senhor Deus faria de Jerusalém "um cálice de tontear" estão a cumprir-se literalmente nos nossos dias, de forma desenfreada, dando-nos a entender que os planos do Eterno relacionados com a Vinda do Messias estão para se concretizar em breve.
 
Como seria de esperar, os famigerados inimigos de Israel - os auto-denominados "palestinianos" - já estão a mostrar as garras, através dos "recados" ao novo presidente eleito norte-americano Donald Trump. Eles avisam que a intenção de deslocar a embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém significará "uma declaração de guerra aos muçulmanos." Outro responsável palestiniano ameaçou apelar às nações árabes e muçulmanas para que removam as suas embaixadas de Washington.
O conselheiro de Abbas, Mahmoud al-Habash, veio também afirmar que "tudo se pode desmoronar se a embaixada for mudada para Jerusalém. Isso pode abrir uma larga porta de possibilidades que ninguém deseja."
Segundo alguns responsáveis palestinianos, esta é uma causa não só palestiniana, mas "de todos os árabes e muçulmanos."
Esta reacção mais que esperada dos inimigos de Israel acontece a menos de 2 semanas da tomada de posse de Trump e a uma semana da "Conferência dos 70", em Paris.
 
2017 inicia um acelerar de uma nova fase na agudização do eterno conflito israelo-árabe. E, tal como os estudiosos das profecias bíblicas reconhecem, o epicentro voltará a ser a eterna Cidade santa, a eterna e indivisível capital do estado de Israel: Jerusalém.
 
Shalom, Israel!
 

sexta-feira, janeiro 06, 2017

POR ESMAGADORA MAIORIA, CONGRESSO DOS EUA APROVOU RESOLUÇÃO CONDENANDO A ONU PELO SEU TRATAMENTO A ISRAEL

Com uma esmagadora maioria de 342 votos a favor contra 80, o Congresso norte-americano aprovou uma resolução não vinculativa que afirma um total apoio a Israel, insistindo também que os Estados Unidos rejeitam quaisquer futuras acções da ONU que sejam "unilaterais e anti-Israel."
"O nosso governo abandonou o nosso aliado Israel, quando mais precisavam de nós" - afirmou o presidente do Congresso Paul Ryan, acrescentando: "Chegou a hora de repararmos os estragos feitos por este trabalho mal realizado pela liderança dos EUA."
Praticamente todos os 80 votos contra esta resolução vieram da parte dos democratas membros do Congresso.

Shalom, Israel!

quinta-feira, janeiro 05, 2017

APRESENTADA PROPOSTA NO CONGRESSO DOS EUA PARA A MUDANÇA DA EMBAIXADA DE TEL AVIV PARA A CAPITAL JERUSALÉM

O senador republicano e ex-candidato à presidência dos EUA Ted Cruz apresentou ao Congresso uma proposta que apela aos EUA para que reconheçam Jerusalém como a capital eterna e indivisível de Israel, e para que desloquem a sua embaixada de Tel Aviv para Jerusalém.
Esta proposta foi apresentada ao Congresso norte-americano hoje, o 1º dia do seu funcionamento deste ano.
Esta proposta submetida pelo senador texano Ted Cruz é apoiada por Marco Rubio, senador da Flórida, e por Dean Heller, senador do Nevada, e inclui uma cláusula segundo a qual o Congresso deverá adiar a transferência de orçamentos para o Departamento de Estado até que a mudança da embaixada para Jerusalém esteja concretizada. 
"Jerusalém é a capital eterna e indivisível de Israel" - afirmou Cruz, um dos candidatos republicanos derrotados por Donald Trump nas eleições presidenciais.
"Infelizmente, a vingança da administração Obama contra o estado judaico tem sido tão viciosa, que a simples menção desta verdade é chocante em alguns círculos. Isto para não falar da realidade de Jerusalém ser o local apropriado para a embaixada norte-americana em Israel" - desabafou Cruz, acrescentando ainda: "Mas é chegada a hora de finalmente cortar através da dualidade e das promessas não cumpridas, e fazer aquilo que o Congresso disse que faria já em 1995: deslocar formalmente a nossa embaixada para a capital do nosso grande aliado Israel."
Tanto a maioria republicana no Congresso como o presidente eleito Donald Trump têm repetidamente prometido deslocar a embaixada, prevendo-se assim que a proposta seja aprovada no Congresso.
A implementação não será no entanto nada fácil, uma vez que os palestinianos já ameaçaram que se a embaixada for mudada para Jerusalém, haverão tumultos e derramamento de sangue, ao mesmo tempo que a liderança da OLP rescindirá do seu reconhecimento do estado de Israel.
Esta última ameaça não faz qualquer sentido, uma vez que a OLP nunca o fez até agora, fazendo desta mais uma desculpa para justificar a sua recusa no simples reconhecimento do estado judaico de Israel.

Shalom, Israel!

quarta-feira, janeiro 04, 2017

ISRAEL "APAGADO" DOS LIVROS DE TEXTO DAS ESCOLAS PALESTINIANAS SUBSIDIADAS PELA ONU

PARA OS PALESTINIANOS, ISRAEL
SIMPLESMENTE NÃO EXISTE...
As escolas patrocinadas pela ONU na Faixa de Gaza e na Judeia e Samaria fazem uso de livros de texto em que Israel foi simplesmente "apagado". Não existe. Mais ainda: esses ridículos materiais "didácticos" ensinam que tanto o Muro Ocidental como a Cave dos Patriarcas em Hebron são lugares exclusivamente muçulmanos que os judeus tentam ocupar. Até os selos do tempo do Império Britânico - quando este dominava aquela região então denominada "Palestina" - foram alterados com a remoção da língua hebraica.
A investigação agora realizada por Israel aos livros de texto usados nas escolas dirigidas pela ONU concluiu que Israel deixou pura e simplesmente de existir.
Esses livros são escritos pelo "Ministério Palestiniano para a Educação" (mas que educação ???), e chegam ao ridículo de tentar ensinar as crianças palestinianas que Israel não existe, nem sequer com as fronteiras de 1947...!
É caso para perguntar: se Israel realmente não existe, qual a razão da luta armada dos palestinianos? Se calhar, são as modernas representações do D. Quixote de la Mancha...
Num desses livros escolares, o sionismo é descrito como um movimento colonialista fundado por judeus europeus visando reunir judeus de todo o mundo para colocá-los na "Palestina" e em outros países vizinhos árabes. Os textos desses livros forçam ainda a ideia de que os sionistas o fazem através de métodos, tais como a imigração e a expulsão das populações árabes das suas terras.
Nesses livros subsidiados pelas Nações Unidas não é feita qualquer menção da ligação religiosa ou histórica dos judeus à Terra de Israel ou a Jerusalém. As escolas não mencionam tampouco nos seus manuais qualquer sítio sagrado judaico, nem o Muro Ocidental, nem a Cave dos Patriarcas, nem sequer o túmulo de Raquel.
Pelo contrário, esses manuais escolares ensinam que todos esses lugares são locais sagrados muçulmanos que os judeus tentam ilegitimamente controlar.
As crianças dessas escolas controladas pela ONU são também ensinadas que os massacres de judeus pelos árabes em 1929 (especificamente em Safed, Hebron e Jerusalém) se chamam "revolta de al Buraq", e que foram realizadas para impedir que os judeus conquistassem e ocupassem essas cidades sagradas.
Nesses massacres, mais de 130 judeus foram massacrados pelos seus vizinhos árabes.

NEGAÇÃO DA LÍNGUA HEBRAICA
VEJA-SE NO SELO ORIGINAL (À DIREITA)
A LÍNGUA HEBRAICA, APAGADA NO SELO DA
ESQUERDA ENTRETANTO REVISADO
PELOS "ARTISTAS" PALESTINIANOS...
Mas os disparates não se ficam por aqui. Nos livros de texto compilados pelos "mestres palestinianos" mas pagos pela ONU a própria língua hebraica foi apagada. Num dos livros encontra-se a gravura de de um selo corrente na época do mandato britânico que originalmente tinha palavras escritas em hebraico, inglês e árabe. As novas gravuras do selo representadas pelos "artistas" palestinianos apagaram as palavras em hebraico, deixando apenas as que estão em inglês e em árabe...

DESAPARECIMENTO PROVOCADO DE TODAS AS POVOAÇÕES JUDAICAS
PARA OS PALESTINIANOS, TEL AVIV NÃO EXISTE...
Nestes ridículos livros de texto subsidiados pela ONU, não há menção da existência de judeus em Israel, muito menos de qualquer povoação judaica depois de 1948 nos seus mapas. 
A própria cidade de Tel Aviv - a segunda maior em Israel - passou a ser re-denominada como "Tel al-Rabia"...
Apesar das promessas feitas pelo presidente da Autoridade Palestiniana para rever todos estes textos, a verdade é que esse indivíduo nada fez até agora.

Convém recordar que durante a guerra defensiva travada por Israel contra o Hamas na Faixa de Gaza, as escolas patrocinadas pela ONU foram utilizadas pelo Hamas para depósitos de armamento...

Shalom, Israel!

terça-feira, janeiro 03, 2017

DESPENHOU-SE DRONE EUROPEU QUE ANDAVA A ESPIAR CIDADES JUDAICAS E QUARTÉIS DAS IDF NA JUDEIA E SAMARIA

Um drone com uma câmara de video que se despenhou hoje numa área florestal dos Montes Hermon revelou ser um equipamento de espionagem oriundo da União Europeia e que andava a espionar e a recolher informações sobre povoações judaicas na Judeia e na Samaria.
FILMAGENS FEITAS PELO DRONE
ANTES DE SE DESPENHAR NA JUDEIA
O drone foi visto a despenhar-se por residentes da povoação de Ma'on, na Judeia, tendo sido recolhido pelos mesmos e levado às instalações de uma organização para a preservação das terras do estado judaico (Regavim Movement for Preservation of State Lands).
Qual não foi  espanto ao verificar-se que este drone tinha sido enviado pela União Europeia - que se esperava fosse um parceiro honesto - mas que estava a cooperar em conjunção com residentes de aldeias e povoados árabes para espiar povoações judaicas na Judeia e na Samaria, algumas das quais detentoras de bases e antenas militares de Israel!
O drone continha muitos videos com gravações de espionagem, sendo o último a gravação do próprio despenhamento.
A organização judaica Regavim culpou a falha do governo em agir contra as construções ilegais de habitações árabes pela União Europeia na chamada "área C", uma violação clara dos Acordos de Oslo. A União Europeia foi também condenada pelo seu descarado acto de espionagem a comunidades judaicas e a localizações das Forças de Segurança de Israel.
"Aquilo que era inicialmente construção ilegal, continua, e agora já é até prejudicial à nossa segurança" - afirmou Oved Arad, líder do departamento da divisão de terras em Regavim, acrescentando: "Desde há vários anos que a União Europeia tem andado envolvida em construções ilegais na Judeia e em Samaria. Vê-se agora que os próprios representantes da UE andam conjuntamente com os palestinianos a documentar as povoações judaicas e áreas sensíveis na Judeia e Samaria. O Ministério dos negócios Estrangeiros tem de dar uma resposta forte e inequívoca a esta actividade que ultrapassa a linha vermelha e que é muito perigosa."

Quem diria...a União Europeia, apanhada a promover a espionagem totalmente ilegal no país que tanto se farta de condenar...

Shalom, Israel!

segunda-feira, janeiro 02, 2017

DONALD TRUMP "FORÇA" NETANYAHU A ESTAR PRESENTE NA SUA TOMADA DE POSSE: "ISRAEL É MUITO, MUITO IMPORTANTE PARA MIM"

A equipa de transição que prepara a tomada de posse do novo presidente eleito Donald Trump para ocupar a Casa Branca a partir do próximo dia 20, informou estar a tentar persuadir "agressivamente" o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu a estar presente na cerimónia de tomada de posse em Washington.
Segundo informou um dos membros da comissão, "Há um plano para Trump se reunir com Netanyahu."
E acrescentou: "Eles estão sempre a falar. E Netanyahu tem falado da possibilidade de estar presente."
As relações entre Netanyahu e Hussein Obama, que nunca foram muito boas, têm-se agravado nestas últimas semanas devido às posições do actual presidente norte-americano em relação aos "colonatos" israelitas na Judeia e Samaria e ao voto de abstenção da representante dos EUA na resolução do Conselho de Segurança da ONU proibindo Israel de fazer novas construções em território israelita, que a ONU e muitos anti-sionistas consideram ser "território ocupado."

"ISRAEL É MUITO, MUITO IMPORTANTE PARA MIM" - AFIRMOU TRUMP
O novo presidente já afirmou publicamente que com ele "as coisas serão diferentes" em relação a Israel, tendo até lamentado a forma "muitíssimo injusta" como Israel tem vindo a ser tratado pela comunidade internacional.
Referindo-se ao actual presidente Hussein Obama, Trump afirmou: "Nós temos de proteger Israel. Israel é muito, muito importante para mim. Temos de proteger Israel, e eu não estou de acordo com o que ele (Obama) tem feito a Israel. Ouvi o discurso do secretário de estado John Kerry, e penso que foi muito injusto em relação a Israel."

Shalom, Israel!